terça-feira, 31 de março de 2009

Liberta-me...



Anjo... meu anjo... será o nome correcto?!...

Vitaliza-me poder pensar... poder aspirar a ser o teu anjo...
Investir na tua guarda... acompanhar-te dia e noite...
Asas possuir... e fisicamente poder ir ao teu encontro...
Guia-me... orienta-me para ti... vagueio em pleno desnorte...
Eleva de novo a alma a quem ousaram apelidar...
Melhor... a quem chamaram um dia poeta!...

Como poderia ser possível... poeta e anjo... num só corpo...
O alfa e o omega... o principio e o fim... a origem e o terminus...
Materializa-me nos teus braços onde tanto quero estar
Enreda o meu corpo com a tua teia...
Corta as correntes que ao chão me têm segurado...
O destino será... o mistério... o itinerário...
Uma estrada de muito sorrisos e felicidade...

Liberta-me...



Anjo... meu anjo... será o nome correcto?!...

Vitaliza-me poder pensar... poder aspirar a ser o teu anjo...
Investir na tua guarda... acompanhar-te dia e noite...
Asas possuir... e fisicamente poder ir ao teu encontro...
Guia-me... orienta-me para ti... vagueio em pleno desnorte...
Eleva de novo a alma a quem ousaram apelidar...
Melhor... a quem chamaram um dia poeta!...

Como poderia ser possível... poeta e anjo... num só corpo...
O alfa e o omega... o principio e o fim... a origem e o terminus...
Materializa-me nos teus braços onde tanto quero estar
Enreda o meu corpo com a tua teia...
Corta as correntes que ao chão me têm segurado...
O destino será... o mistério... o itinerário...
Uma estrada de muito sorrisos e felicidade...

domingo, 29 de março de 2009

Aqui estou!...


Ousadia pura... pinceladas do destino?!...
Brincando com as palavras entrei no teu mundo...
Reagiste... ripostastes às minhas provocações...
Inimaginável à partida... extraordinário neste momento...
Gentilmente sempre respondeste... graciosamente me aceitaste...
Amiga, obrigado! Sim, já te chamo amiga... sinto que o és...
Deixaste um estranho entrar na tua vida...
O estranho a quem, também hoje, chamas amigo...



Destino permitiu... o dia-a-dia o resto revelará...
Imagino o dia do encontro...
Numa esperança que esteja para breve...
Amigos são tesouros, diamantes preciosos.



Noite fantástica que vivi... que vivemos...
O que dizer... faltam-me as palavras...
Irreal! Ilusão... simplesmente viva la vida...
Tudo parece um verdadeiro sonho...
És extraordinária... fantástica... maravilhosa!...

Foi uma semana louca!Estarei ainda a sonhar...
A sonhar não! tu és real... muito real...
Numa estrada que percorro no dia-a-dia...
Trouxeste muitos sorrisos e alegria,
A viagem pode ainda agora ter começado...
Sorrio ao pensar assim... ferve em mim algo que me faz sorrir...
Transborda alegria do meu peito...
Imaginar... reviver como tudo começou...
Curiosidade!... obrigada... ofereceste-me um verdadeiro tesouro...
Amei conhecer-te!

Aqui estou!...


Ousadia pura... pinceladas do destino?!...
Brincando com as palavras entrei no teu mundo...
Reagiste... ripostastes às minhas provocações...
Inimaginável à partida... extraordinário neste momento...
Gentilmente sempre respondeste... graciosamente me aceitaste...
Amiga, obrigado! Sim, já te chamo amiga... sinto que o és...
Deixaste um estranho entrar na tua vida...
O estranho a quem, também hoje, chamas amigo...



Destino permitiu... o dia-a-dia o resto revelará...
Imagino o dia do encontro...
Numa esperança que esteja para breve...
Amigos são tesouros, diamantes preciosos.



Noite fantástica que vivi... que vivemos...
O que dizer... faltam-me as palavras...
Irreal! Ilusão... simplesmente viva la vida...
Tudo parece um verdadeiro sonho...
És extraordinária... fantástica... maravilhosa!...

Foi uma semana louca!Estarei ainda a sonhar...
A sonhar não! tu és real... muito real...
Numa estrada que percorro no dia-a-dia...
Trouxeste muitos sorrisos e alegria,
A viagem pode ainda agora ter começado...
Sorrio ao pensar assim... ferve em mim algo que me faz sorrir...
Transborda alegria do meu peito...
Imaginar... reviver como tudo começou...
Curiosidade!... obrigada... ofereceste-me um verdadeiro tesouro...
Amei conhecer-te!

sexta-feira, 27 de março de 2009

Deita-me...



Amarraste-me a ti...
Com cordas fortes...
Nós intransponíveis...
A tua violência e poder nunca antes vistos...
Seduziram-me e manietaram-me...





Deita-me... Deita-me violentamente sobre os teus lençóis...
Deita-me... Deita-me suavemente como a branca seda!

Rasgaste sem pudor as roupas que vestia...
Deliciada com a nudez do meu corpo
Usaste as tuas unhas para o marcar...
Gemi... O rubor da carne fez brilhar os teus olhos!

Deita-me... Sob o teu corpo ardente...
Deita-me... Incendeia o corpo adormecido...

Beijaste os meus lábios...
Não foi um simples beijo...
Nossas línguas envolveram-se numa batalha...
Sem tréguas de parte a parte... a eternidade parecia tão perto...

Deita-me... Faz cada segundo girar o universo...
Deita-me... Deixa-me levar-te pelo universo...

Num passo acertado possuíste
Aquele que outrora era o meu corpo
Num simples instante passou a ser teu...
Juntos cavalgámos nas ondas dos sentimentos...


Deita-me... possui-me... entrega-te a mim...
Deita-me... conquista-me e deixa-me vencer esta guerra!


Deita-me...



Amarraste-me a ti...
Com cordas fortes...
Nós intransponíveis...
A tua violência e poder nunca antes vistos...
Seduziram-me e manietaram-me...





Deita-me... Deita-me violentamente sobre os teus lençóis...
Deita-me... Deita-me suavemente como a branca seda!

Rasgaste sem pudor as roupas que vestia...
Deliciada com a nudez do meu corpo
Usaste as tuas unhas para o marcar...
Gemi... O rubor da carne fez brilhar os teus olhos!

Deita-me... Sob o teu corpo ardente...
Deita-me... Incendeia o corpo adormecido...

Beijaste os meus lábios...
Não foi um simples beijo...
Nossas línguas envolveram-se numa batalha...
Sem tréguas de parte a parte... a eternidade parecia tão perto...

Deita-me... Faz cada segundo girar o universo...
Deita-me... Deixa-me levar-te pelo universo...

Num passo acertado possuíste
Aquele que outrora era o meu corpo
Num simples instante passou a ser teu...
Juntos cavalgámos nas ondas dos sentimentos...


Deita-me... possui-me... entrega-te a mim...
Deita-me... conquista-me e deixa-me vencer esta guerra!


quarta-feira, 25 de março de 2009

Mata-me...

Os teus dedos dedilham a minha dor...
Os teus dedos tem o poder do gatilho...
As tuas palavras são música aos meus ouvidos...
As tuas palavras alimentam o meu ser...

Mata-me... mata-me suavemente...
Mata-me... acaba com este sofrimento...

Ouvi dizer que ela tinha estilo...
Mentira! Ela é muito mais do que estilo...
Ouvi dizer que ela era bonita...
Mentira! A beleza dela ofusca o mais belo do planeta...

Mata-me... mata-me rapidamente...
Mata-me... pisca os teus olhos e eu cairei...




Uma estranha aos meus olhos...
Um nome desconhecido...
Um brilho no olhar...
Um encanto no sorriso...

Mata-me... dolorosamente...
Mata-me... acaba com a dor!...

Cravaste em mim a tua marca...
Senti a pele ficar ruborizada...
Não de vergonha! Longe disso...
O encanto trouxe o vermelho...

Mata-me... crava-me o peito...
Mata-me... atinge o meu coração...



Conheces o meu ser, a minha essência...
Conheces talvez bem demais...
Da calma exterior! Não alcanças o tumulto interior...
O fogo que ateaste que que jamais quero apagar...

Mata-me...
Mata-me a sede de ti...
Deixa em teus lábios me saciar...
Afasta de mim esta tristeza...
Deixa-me afastar de ti aquela que te envolve...
Mata-me...
Ou deixa-me morrer em teus braços!...

Mata-me...

Os teus dedos dedilham a minha dor...
Os teus dedos tem o poder do gatilho...
As tuas palavras são música aos meus ouvidos...
As tuas palavras alimentam o meu ser...

Mata-me... mata-me suavemente...
Mata-me... acaba com este sofrimento...

Ouvi dizer que ela tinha estilo...
Mentira! Ela é muito mais do que estilo...
Ouvi dizer que ela era bonita...
Mentira! A beleza dela ofusca o mais belo do planeta...

Mata-me... mata-me rapidamente...
Mata-me... pisca os teus olhos e eu cairei...




Uma estranha aos meus olhos...
Um nome desconhecido...
Um brilho no olhar...
Um encanto no sorriso...

Mata-me... dolorosamente...
Mata-me... acaba com a dor!...

Cravaste em mim a tua marca...
Senti a pele ficar ruborizada...
Não de vergonha! Longe disso...
O encanto trouxe o vermelho...

Mata-me... crava-me o peito...
Mata-me... atinge o meu coração...



Conheces o meu ser, a minha essência...
Conheces talvez bem demais...
Da calma exterior! Não alcanças o tumulto interior...
O fogo que ateaste que que jamais quero apagar...

Mata-me...
Mata-me a sede de ti...
Deixa em teus lábios me saciar...
Afasta de mim esta tristeza...
Deixa-me afastar de ti aquela que te envolve...
Mata-me...
Ou deixa-me morrer em teus braços!...

segunda-feira, 23 de março de 2009

Furtado...oferecido






Naquele dia ofereci-te o meu coração...
Ou terás sido tu que o roubaste?!...
Em qualquer dos casos...
Fico feliz por ter acontecido...
Apesar de perder o meu coração para ti...
Ganhei alegria, sorrisos no rosto... e muito amor no meu peito!









Incendiaste o meu coração...
As chamas consumiram-no...
Apesar de indefeso... aprisionado ao passado
Todo esse calor deu-lhe nova vida...
Fez com que despertasse de novo...
Batendo e ansiando por ti,
Os dias parecem torturas inquisitórias...
Basta o olhar alcançar-te...
E toda a tortura desaparece,
Em cada batimento soletra o teu nome ...
Aquele que muitos me perguntam...
Eu sei... e tu sabes! Isso basta...


Furtado...oferecido






Naquele dia ofereci-te o meu coração...
Ou terás sido tu que o roubaste?!...
Em qualquer dos casos...
Fico feliz por ter acontecido...
Apesar de perder o meu coração para ti...
Ganhei alegria, sorrisos no rosto... e muito amor no meu peito!









Incendiaste o meu coração...
As chamas consumiram-no...
Apesar de indefeso... aprisionado ao passado
Todo esse calor deu-lhe nova vida...
Fez com que despertasse de novo...
Batendo e ansiando por ti,
Os dias parecem torturas inquisitórias...
Basta o olhar alcançar-te...
E toda a tortura desaparece,
Em cada batimento soletra o teu nome ...
Aquele que muitos me perguntam...
Eu sei... e tu sabes! Isso basta...


sábado, 21 de março de 2009

Arrependimentos...


Se o arrependimento matasse... ou matar...
Deves parar... deves pensar... afinal o que andas a fazer?!...
Apenas te podes arrepender se não tiveres vivido...
Se não viveste... então o que fizeste com a oportunidade...
Aquela que a vida te deu... deitaste-a fora... parece impossível!...
Como conseguiste deixar passar a oportunidade...
Como podes viver os teus dias sem dar o máximo de ti...
Deves dar o máximo de ti... por ti e por quem está próximo de ti...

De nada serve chorar!
Será fazer o céu abrir as portas...
E as gotas caírem lá do alto!
Evitam-se as lágrimas...
Agarrando o dia com toda a força...
Fazendo cada segundo o ponto alto na nossa vida!
Cada minuto uma eternidade de felicidade...



Deixa então as lágrimas...
Enxuga a água que te impede de avançar...
Corre e lança-te...
Agarra a vida... agarra este dia...
Deixa que ele te leve... não perguntes o destino...
Desfruta a viagem... o itinerário é futil...
E... podes riscar uma palavra do teu vocabulário...
Arrependimento...
Não existe se não deixares nada por fazer...
Já fizeste tudo o que podias para seres feliz hoje?!...

Arrependimentos...


Se o arrependimento matasse... ou matar...
Deves parar... deves pensar... afinal o que andas a fazer?!...
Apenas te podes arrepender se não tiveres vivido...
Se não viveste... então o que fizeste com a oportunidade...
Aquela que a vida te deu... deitaste-a fora... parece impossível!...
Como conseguiste deixar passar a oportunidade...
Como podes viver os teus dias sem dar o máximo de ti...
Deves dar o máximo de ti... por ti e por quem está próximo de ti...

De nada serve chorar!
Será fazer o céu abrir as portas...
E as gotas caírem lá do alto!
Evitam-se as lágrimas...
Agarrando o dia com toda a força...
Fazendo cada segundo o ponto alto na nossa vida!
Cada minuto uma eternidade de felicidade...



Deixa então as lágrimas...
Enxuga a água que te impede de avançar...
Corre e lança-te...
Agarra a vida... agarra este dia...
Deixa que ele te leve... não perguntes o destino...
Desfruta a viagem... o itinerário é futil...
E... podes riscar uma palavra do teu vocabulário...
Arrependimento...
Não existe se não deixares nada por fazer...
Já fizeste tudo o que podias para seres feliz hoje?!...

quinta-feira, 19 de março de 2009

Um Dia Especial...


Por muito pobre que o texto possa parecer...
Por muitas palavras que te possa dizer...
Pai! Obrigado por sempre estares a meu lado...
Por nunca me deixares sentir desamparado...
Quando era pequenino amparavas-me como tua mão...
E para sempre te instalaste em meu coração!
Obrigado Pai, por fazeres de mim aquilo que sou...
Mesmo que o que fiz às vezes te magoou...
Quando no futuro pai virei a ser...
Os teus ensinamentos jamais irei esquecer...
Mesmo que nem sempre te diga...
As tuas palavras são minha guia...
Obrigado Pai!

Um Dia Especial...


Por muito pobre que o texto possa parecer...
Por muitas palavras que te possa dizer...
Pai! Obrigado por sempre estares a meu lado...
Por nunca me deixares sentir desamparado...
Quando era pequenino amparavas-me como tua mão...
E para sempre te instalaste em meu coração!
Obrigado Pai, por fazeres de mim aquilo que sou...
Mesmo que o que fiz às vezes te magoou...
Quando no futuro pai virei a ser...
Os teus ensinamentos jamais irei esquecer...
Mesmo que nem sempre te diga...
As tuas palavras são minha guia...
Obrigado Pai!

Um Dia...

Vinte e quatro rosas, outras tantas horas!
Eternidades passadas longe de ti!
Saudades fustigam o meu coração...
A dor causada... a ausência...
As imagens vagas da tua presença,
Ilustram os meus dias...
Irrompem entre os meus lábios,
Levemente semicerrados enquanto sorrio!
O vermelho das rosas...
Cor do pecado... do desejo...
Da luxuria que seria poder estar...
Estar nos teus braços...
Abraçar-te com os meus...
Oh! vida... que tão complicada pareces!
Junto com estas rosas me ofereço a mim...
Irás desembrulhar o presente?!
Irei poder estar junto de ti...
Será que tudo isso possível...
Ou serão meras ilusões...
Ilusões criadas no coração...
E elevadas até ao mais alto que alcançam!

Um Dia...

Vinte e quatro rosas, outras tantas horas!
Eternidades passadas longe de ti!
Saudades fustigam o meu coração...
A dor causada... a ausência...
As imagens vagas da tua presença,
Ilustram os meus dias...
Irrompem entre os meus lábios,
Levemente semicerrados enquanto sorrio!
O vermelho das rosas...
Cor do pecado... do desejo...
Da luxuria que seria poder estar...
Estar nos teus braços...
Abraçar-te com os meus...
Oh! vida... que tão complicada pareces!
Junto com estas rosas me ofereço a mim...
Irás desembrulhar o presente?!
Irei poder estar junto de ti...
Será que tudo isso possível...
Ou serão meras ilusões...
Ilusões criadas no coração...
E elevadas até ao mais alto que alcançam!

terça-feira, 17 de março de 2009

Para ti...


Para ti e por mim, me entrego nesta flor...
A ti que trouxeste de novo o sol ao meu rosto...
Tu que sem saberes enxugaste as minhas lágrimas...
Recuperaste o meu coração e o fizeste desejar-te...
Impossível! Sim seria a palavra que melhor poderia definir...
Como?... Uma pergunta muito repetida e nunca respondida!...
Invadiste a minha vida e com isso trouxeste o fim da ditadura...
A ditadura da confusão e do sofrimento...



Deixa-me poder beber da tua essência...
Enfeitiça-me com o teu olhar...
Incendeia-me o corpo de desejo e paixão!...
Xeque-mate me dás com os teus movimentos...
A vida lá fora parece parar... esperando por ti!...

Mergulha comigo... deixemos as ondas do amor,
Envolver-nos no mar da felicidade...





Avança para mim! Avanço para ti...
Marcaste a minha vida a ferro e fogo...
A marca que ainda hoje flameja no meu peito...
Rasguei a roupa e deixei que o fizesses...

Tantas vezes pensei se o deixei ou o fizeste,
Estando eu enfeitiçado no teu doce sorriso...




Desnudei-me de orgulhos e medos
Expus a essência dos meus sentimentos
Madrigais tentei compor...se nunca conseguir...
As palavras acolheram os sentimentos...
Inventaram pensamentos... descobriram sonhos...
Seduziste-me num olhar... guardo-te nesse olhar!

Para ti...


Para ti e por mim, me entrego nesta flor...
A ti que trouxeste de novo o sol ao meu rosto...
Tu que sem saberes enxugaste as minhas lágrimas...
Recuperaste o meu coração e o fizeste desejar-te...
Impossível! Sim seria a palavra que melhor poderia definir...
Como?... Uma pergunta muito repetida e nunca respondida!...
Invadiste a minha vida e com isso trouxeste o fim da ditadura...
A ditadura da confusão e do sofrimento...



Deixa-me poder beber da tua essência...
Enfeitiça-me com o teu olhar...
Incendeia-me o corpo de desejo e paixão!...
Xeque-mate me dás com os teus movimentos...
A vida lá fora parece parar... esperando por ti!...

Mergulha comigo... deixemos as ondas do amor,
Envolver-nos no mar da felicidade...





Avança para mim! Avanço para ti...
Marcaste a minha vida a ferro e fogo...
A marca que ainda hoje flameja no meu peito...
Rasguei a roupa e deixei que o fizesses...

Tantas vezes pensei se o deixei ou o fizeste,
Estando eu enfeitiçado no teu doce sorriso...




Desnudei-me de orgulhos e medos
Expus a essência dos meus sentimentos
Madrigais tentei compor...se nunca conseguir...
As palavras acolheram os sentimentos...
Inventaram pensamentos... descobriram sonhos...
Seduziste-me num olhar... guardo-te nesse olhar!

domingo, 15 de março de 2009

Os segredos... as marcas...

O desafio da vida é uma realidade!...
Vivemos na medida do que semeamos...
Sofremos um pouco do que colhemos!
Quando escrevemos damos corpo...
Damos alma a sentimentos, a expressões...
Damos vida ao que apenas pode ser vivido!...
Exposição de quem escreve?
Ou
Forma de fuga para o escritor?!
Dá que pensar... ao leitor... esse sim tem o poder...
Poder de decidir... poder de viver... poder de sonhar...
As dúvidas do escritor... os sonhos do leitor...
As palavras são porta para lá do que conhecemos...
As palavras levam-nos nas suas asas e com elas voamos!
Brincar com as palavras... fazer quem lê voar nelas também...
Esse sim é o segredo de quem escrever...
Será que já te sinto levantar os pés do chão!
Eu estou a voar... e tu que fazes aí em baixo...
Vem até cá em cima... e juntos iremos onde ninguém nos alcança!

Escrever ou não escrever!?
Expor-se ou não se expor!?
Dúvidas que se levantam a quem lê...
Quem escreve... sabe que o deve fazer...
Expõe sentimentos?!... sim... mas eles são a nossa vida!
Esconde-se debaixo de uma segunda pele!?
Claro... apenas quem nos conhece nos pode ler totalmente...
Estaremos totalmente expostos dizendo que amamos!
Não... digo que te amo... sim a ti...
Assumo aqui perante milhões de pessoas!
Mas só nós sabemos que falo para ti neste momento...
Pouco a pouco dispo esta capa que me reveste...
Ajudas-me!?...
Serei transparente?!... escreverei com tanto sentimento que intimido quem lê?!
Mostrem-se um pouco... deixem a vossa marca neste espaço!
Um comentário... uma crítica não vos expõe!Ou será que têm medo disso!
Eu assumo... o medo não reside em mim... e por isso consigo voar!
A ti ainda te vejo com os pés no chão... solta-te e vem comigo!...


Os segredos... as marcas...

O desafio da vida é uma realidade!...
Vivemos na medida do que semeamos...
Sofremos um pouco do que colhemos!
Quando escrevemos damos corpo...
Damos alma a sentimentos, a expressões...
Damos vida ao que apenas pode ser vivido!...
Exposição de quem escreve?
Ou
Forma de fuga para o escritor?!
Dá que pensar... ao leitor... esse sim tem o poder...
Poder de decidir... poder de viver... poder de sonhar...
As dúvidas do escritor... os sonhos do leitor...
As palavras são porta para lá do que conhecemos...
As palavras levam-nos nas suas asas e com elas voamos!
Brincar com as palavras... fazer quem lê voar nelas também...
Esse sim é o segredo de quem escrever...
Será que já te sinto levantar os pés do chão!
Eu estou a voar... e tu que fazes aí em baixo...
Vem até cá em cima... e juntos iremos onde ninguém nos alcança!

Escrever ou não escrever!?
Expor-se ou não se expor!?
Dúvidas que se levantam a quem lê...
Quem escreve... sabe que o deve fazer...
Expõe sentimentos?!... sim... mas eles são a nossa vida!
Esconde-se debaixo de uma segunda pele!?
Claro... apenas quem nos conhece nos pode ler totalmente...
Estaremos totalmente expostos dizendo que amamos!
Não... digo que te amo... sim a ti...
Assumo aqui perante milhões de pessoas!
Mas só nós sabemos que falo para ti neste momento...
Pouco a pouco dispo esta capa que me reveste...
Ajudas-me!?...
Serei transparente?!... escreverei com tanto sentimento que intimido quem lê?!
Mostrem-se um pouco... deixem a vossa marca neste espaço!
Um comentário... uma crítica não vos expõe!Ou será que têm medo disso!
Eu assumo... o medo não reside em mim... e por isso consigo voar!
A ti ainda te vejo com os pés no chão... solta-te e vem comigo!...


sexta-feira, 13 de março de 2009

Nas tuas asas...


Mudam-se os tempos... mudam-se as vontades!
Já o poeta dizia e com razão...
Seria ser um asno se com o decorrer da vida...
Nada aprendêssemos com ela...
O dia-a-dia é a nossa maior fonte de aprendizagem!
Por isso chegou o tempo de fazer uma viragem...
Aprendendo com a vida, chegou o tempo de mostrar maturidade!





O que maturidade!?
Enfrentar tudo e todos...
Enfrentar os receios...
Saber ouvir o Sim...
Aceitar o Não...
Viver com o talvez...







Quando libertamos o nosso corpo...
Conseguimos libertar a mente!
Ou será ao contrário!
Sinto-me leve, livre por ter mudado!
Disse-te o que sentia e nas asas desse sentimento...
Nas asas desses sentimentos eu voei!

Nas tuas asas...


Mudam-se os tempos... mudam-se as vontades!
Já o poeta dizia e com razão...
Seria ser um asno se com o decorrer da vida...
Nada aprendêssemos com ela...
O dia-a-dia é a nossa maior fonte de aprendizagem!
Por isso chegou o tempo de fazer uma viragem...
Aprendendo com a vida, chegou o tempo de mostrar maturidade!





O que maturidade!?
Enfrentar tudo e todos...
Enfrentar os receios...
Saber ouvir o Sim...
Aceitar o Não...
Viver com o talvez...







Quando libertamos o nosso corpo...
Conseguimos libertar a mente!
Ou será ao contrário!
Sinto-me leve, livre por ter mudado!
Disse-te o que sentia e nas asas desse sentimento...
Nas asas desses sentimentos eu voei!