sábado, 30 de maio de 2009

O pavio da Vida!...


Para a vida nascemos um dia...
Para a vida iremos morrer um dia!...
Longa a distância entre estes dois acontecimentos?...
Não... todos os dias nascemos para a vida...
Todos os dias renascemos com o erguer do Sol...
Ao mesmo tempo todos os dias uma parte de nós morre...
Fica no passado... aquele que já deixou de existir...
Logo não existe...
Por isso cada dia... cada hora... são o presente..
E apenas esse existe...
O amanhã...esse ainda não existe...
Cada dia da nossa vida é como uma vela...
Acendemos o pavio ao amanhecer...
Ao longo do dia a chama treme...
Por vezes parece que se vai apagar...
Mas na realidade apenas no fim do pavio ela se extingue!...
Na nossa vida... como na nossa vela... temos protecções...
A cera da nossa vida não é acessória... é parte dela...
Uma parte muito forte e que nos dá fortaleza!
São os amigos que temos... os amigos que fazemos...
É a família que somos uns com os outros!

O pavio da Vida!...


Para a vida nascemos um dia...
Para a vida iremos morrer um dia!...
Longa a distância entre estes dois acontecimentos?...
Não... todos os dias nascemos para a vida...
Todos os dias renascemos com o erguer do Sol...
Ao mesmo tempo todos os dias uma parte de nós morre...
Fica no passado... aquele que já deixou de existir...
Logo não existe...
Por isso cada dia... cada hora... são o presente..
E apenas esse existe...
O amanhã...esse ainda não existe...
Cada dia da nossa vida é como uma vela...
Acendemos o pavio ao amanhecer...
Ao longo do dia a chama treme...
Por vezes parece que se vai apagar...
Mas na realidade apenas no fim do pavio ela se extingue!...
Na nossa vida... como na nossa vela... temos protecções...
A cera da nossa vida não é acessória... é parte dela...
Uma parte muito forte e que nos dá fortaleza!
São os amigos que temos... os amigos que fazemos...
É a família que somos uns com os outros!

quinta-feira, 28 de maio de 2009

A Noite Cai...


A noite cai...
E eu penso em ti, em mim, em nós!
A noite cai...
E eu caio em mim a sós!
A tua ausência dói...
Como a bala que trespassa o peito nu e aberto!
Como quem chega a sua casa...
E vê alguém do lado seu da cama!

A noite cai...
E eu penso no que fui, no que foste, no que fomos!
A noite cai...
E eu procuro-te na escuridão da noite!
A tua ausência dói...
Como quem vê partir quem lhe é querido...

A noite cai...
E eu mergulho nos braços de ti noite!
A noite cai...
E eu aterro mais uma vez a sós!
A tua ausência mata...
Como a morte mais lenta e dolorosa!

A Noite Cai...


A noite cai...
E eu penso em ti, em mim, em nós!
A noite cai...
E eu caio em mim a sós!
A tua ausência dói...
Como a bala que trespassa o peito nu e aberto!
Como quem chega a sua casa...
E vê alguém do lado seu da cama!

A noite cai...
E eu penso no que fui, no que foste, no que fomos!
A noite cai...
E eu procuro-te na escuridão da noite!
A tua ausência dói...
Como quem vê partir quem lhe é querido...

A noite cai...
E eu mergulho nos braços de ti noite!
A noite cai...
E eu aterro mais uma vez a sós!
A tua ausência mata...
Como a morte mais lenta e dolorosa!

terça-feira, 26 de maio de 2009

Último Suspiro....


Se eu voltasse a trás...
Por minha vontade...
Trocaria muitas das palavras...
Mudaria muitas das injustiças...
Mas porquê?
Quando uso palavras impróprias...
Com elas cometo graves injustiças...
Oh! vida ensina-me a amar-te em toda a luz...
Ensina-me a viver contigo sempre a meu lado!
Ajuda-me a deixar que as cores da luz me iluminem e me preencham de ti...
Deixa que o ar que inalo e que me preenche os pulmões...
Sirva à saída para te soprar belas palavras...
Palavras não soltas mas palavras plenas...
Plenas de amor... plenas de sentimento...
Palavras do fundo e profundo interior...
Vocábulos incrustados em meu coração...
E que correm pelas minhas veias...artérias...
Palavras que fazem de mim aquilo que eu sou...
Mesmo quando de alguma forma me escondo...
Medos... receios... são sempre infundados quando estou contigo...
Quando partilhamos o que de mais belo se pode partilhar!
Deixa que o meu último suspiro leve o teu nome...
Te leve para lá deste mundo...
Te leve para aquele mundo que tão bem conheces...
E que já tive o prazer de também conhecer...
Para além de conhecer... desejar nele em pleno viver!

Último Suspiro....


Se eu voltasse a trás...
Por minha vontade...
Trocaria muitas das palavras...
Mudaria muitas das injustiças...
Mas porquê?
Quando uso palavras impróprias...
Com elas cometo graves injustiças...
Oh! vida ensina-me a amar-te em toda a luz...
Ensina-me a viver contigo sempre a meu lado!
Ajuda-me a deixar que as cores da luz me iluminem e me preencham de ti...
Deixa que o ar que inalo e que me preenche os pulmões...
Sirva à saída para te soprar belas palavras...
Palavras não soltas mas palavras plenas...
Plenas de amor... plenas de sentimento...
Palavras do fundo e profundo interior...
Vocábulos incrustados em meu coração...
E que correm pelas minhas veias...artérias...
Palavras que fazem de mim aquilo que eu sou...
Mesmo quando de alguma forma me escondo...
Medos... receios... são sempre infundados quando estou contigo...
Quando partilhamos o que de mais belo se pode partilhar!
Deixa que o meu último suspiro leve o teu nome...
Te leve para lá deste mundo...
Te leve para aquele mundo que tão bem conheces...
E que já tive o prazer de também conhecer...
Para além de conhecer... desejar nele em pleno viver!

domingo, 24 de maio de 2009

Agradecimento...


Por mais vezes que repita a palavra "obrigado"...
Jamais conseguirei exprimir totalmente o que vai cá dentro...
O meu coração exalta e salta de alegria...
Parece sair do interior do meu peito...
Alojar-se nas minhas mãos e pedir-te que a ti te entregue...
Daquilo que pode parecer exagero...
Fica apenas um pouco do que ele pede...
Não o consigo calar... não o quero parar!
Mais do que a palavra obrigado...
Serão os gestos do obrigado que terão o real valor...
Quero cultivar esses gestos dentro e fora de mim...
Quero que esses gestos façam parte de mim!...

Agradecimento...


Por mais vezes que repita a palavra "obrigado"...
Jamais conseguirei exprimir totalmente o que vai cá dentro...
O meu coração exalta e salta de alegria...
Parece sair do interior do meu peito...
Alojar-se nas minhas mãos e pedir-te que a ti te entregue...
Daquilo que pode parecer exagero...
Fica apenas um pouco do que ele pede...
Não o consigo calar... não o quero parar!
Mais do que a palavra obrigado...
Serão os gestos do obrigado que terão o real valor...
Quero cultivar esses gestos dentro e fora de mim...
Quero que esses gestos façam parte de mim!...

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Doce Pedido...


A noite cai...
Com o seu manto de escuridão cobre o meu ser...
Estou longe de ti...
Física e interiormente...
Tal facto consome-me... infecta-me de mau estar...
Sinto a escuridão a avançar sobre mim...
Preciso de luz... de clarividência...
Afasta de mim estas sombras...
Estas energias negativas...
Estes pensamento dúbios e infundados...
Preciso de ti... ajuda-me!
Guia-me por entre o negro desta noite...
Orienta-me novamente para a luz...
Trás-me de novo à verdade!

Doce Pedido...


A noite cai...
Com o seu manto de escuridão cobre o meu ser...
Estou longe de ti...
Física e interiormente...
Tal facto consome-me... infecta-me de mau estar...
Sinto a escuridão a avançar sobre mim...
Preciso de luz... de clarividência...
Afasta de mim estas sombras...
Estas energias negativas...
Estes pensamento dúbios e infundados...
Preciso de ti... ajuda-me!
Guia-me por entre o negro desta noite...
Orienta-me novamente para a luz...
Trás-me de novo à verdade!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Abraça-me...

Abraça-me...
Deixa que os teus braços se alonguem...
Que se prolonguem para lá do meu corpo...
E assim num ápice deixa que eles se retraiam...
Cruzando-se na imensidão das minhas costas...
Aconchega o meu corpo junto ao teu...
Deixa os meus braços acolherem o teu corpo...
Foram feitos na medida certa para o poderem fazer...
O calor do teu corpo incendeia o meu...
A suavidade da tua pele acaricia a minha...
O teu perfume emana... enfeitiça... e seduz...


No teu regaço me deleito...
No meu peito te aconchegas...
E num suave gesto o beijas...tocas e acaricias...
Retribuo toda a tua delicadeza e amor...
Com as minhas mãos percorro a tua pele...
Sinto cada célula a trepidar de prazer...
O teu corpo reage e estremece em uníssono...
De carícia em carícia toco o teu rosto...
Lindo, delicado... e luminoso...
Toco o teu lábio... doce e húmido...
A minha língua aventura-se na procura da tua...
Surpresa! também já a procurava...
Por entre uma luta intensa e sensual...
Elas conquistam território...
Abraçam o que não pode ser abraçado...
E conquistam-se mutuamente!...


Abraça-me...

Abraça-me...
Deixa que os teus braços se alonguem...
Que se prolonguem para lá do meu corpo...
E assim num ápice deixa que eles se retraiam...
Cruzando-se na imensidão das minhas costas...
Aconchega o meu corpo junto ao teu...
Deixa os meus braços acolherem o teu corpo...
Foram feitos na medida certa para o poderem fazer...
O calor do teu corpo incendeia o meu...
A suavidade da tua pele acaricia a minha...
O teu perfume emana... enfeitiça... e seduz...


No teu regaço me deleito...
No meu peito te aconchegas...
E num suave gesto o beijas...tocas e acaricias...
Retribuo toda a tua delicadeza e amor...
Com as minhas mãos percorro a tua pele...
Sinto cada célula a trepidar de prazer...
O teu corpo reage e estremece em uníssono...
De carícia em carícia toco o teu rosto...
Lindo, delicado... e luminoso...
Toco o teu lábio... doce e húmido...
A minha língua aventura-se na procura da tua...
Surpresa! também já a procurava...
Por entre uma luta intensa e sensual...
Elas conquistam território...
Abraçam o que não pode ser abraçado...
E conquistam-se mutuamente!...


segunda-feira, 18 de maio de 2009

Quem és tu?...


Quem és tu que no seio da multidão pescaste muito mais que a minha atenção...

Quem és tu que abriste as portas há muito tempo fechadas e ajudaste a libertar-me de dentro de mim...

Quem és tu que intelectualmente me cativaste e espiritualmente me seduziste...

Quem és tu que há tantos anos procurava e julgava não encontrar neste planeta...

Quem és tu que me fazes querer viajar nas linhas do Universo...

Quem és tu que me envolves e proteges com a tua energia para que eu possa libertar a minha...

Quem és tu que sem me conhecer me vislumbras de uma forma tão única e real...

Quem és tu que me questionas e que me fazes não ter receio de dar a resposta...

Quem és tu... Quem és tu... claro que sei quem és... e tu também sabes quem és!

Quem és tu?...


Quem és tu que no seio da multidão pescaste muito mais que a minha atenção...

Quem és tu que abriste as portas há muito tempo fechadas e ajudaste a libertar-me de dentro de mim...

Quem és tu que intelectualmente me cativaste e espiritualmente me seduziste...

Quem és tu que há tantos anos procurava e julgava não encontrar neste planeta...

Quem és tu que me fazes querer viajar nas linhas do Universo...

Quem és tu que me envolves e proteges com a tua energia para que eu possa libertar a minha...

Quem és tu que sem me conhecer me vislumbras de uma forma tão única e real...

Quem és tu que me questionas e que me fazes não ter receio de dar a resposta...

Quem és tu... Quem és tu... claro que sei quem és... e tu também sabes quem és!

sábado, 16 de maio de 2009

Ainda sou humano...



Parar!
É realmente imperativo PARAR!
Parar de não escutar a vozinha interior...
Parar de pensar que estou sozinho neste mundo...
Parar de me redobrar ao invés de abrir os braços e peito...

É tempo de expulsar aquilo que não faz parte de mim...
Expelir os receios infundados...
Regurgitar as trivialidades do dia-a-dia...
Para enfim absorver toda a energia com que me envolves...
Para que possa concentrar também eu toda a minha energia...

É tempo de falar...
Não deixar que as palavras que ficam por dizer...
Me roubem, me desnudem da razão de viver...
Quero sim ser desnudado de tudo o que infecta o meu Eu...
Quero desnudar-me para que vejas quem sou...
E assim possas de novo desnudar-me sem receios...
Ainda sou humano!
Um humano que sabe onde quer chegar...
E que sabe que lá quer chegar.

Ainda sou humano...



Parar!
É realmente imperativo PARAR!
Parar de não escutar a vozinha interior...
Parar de pensar que estou sozinho neste mundo...
Parar de me redobrar ao invés de abrir os braços e peito...

É tempo de expulsar aquilo que não faz parte de mim...
Expelir os receios infundados...
Regurgitar as trivialidades do dia-a-dia...
Para enfim absorver toda a energia com que me envolves...
Para que possa concentrar também eu toda a minha energia...

É tempo de falar...
Não deixar que as palavras que ficam por dizer...
Me roubem, me desnudem da razão de viver...
Quero sim ser desnudado de tudo o que infecta o meu Eu...
Quero desnudar-me para que vejas quem sou...
E assim possas de novo desnudar-me sem receios...
Ainda sou humano!
Um humano que sabe onde quer chegar...
E que sabe que lá quer chegar.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Um **** muito especial...


Tapei-te os olhos...
Cativei a tua atenção...
Li-te este belo poema em jeito de canção...
E transbordando de emoção...
Pedi-te que em teu coração...
Decifrasses o profundo Eu com toda a tua dedicação!

O Eu que tão perdido andava...
O Eu que tanto procurava...
O Eu que te encontrou...

O Eu que na sua fortaleza se fragilizou...
Quando pelo mundo tanto buscou...
Um outro Eu que pudesse um dia ser também seu...
"Quem busca sempre alcança"...

Não de um acaso, mas por uma razão da vida...
O contacto e a conquista foram desde logo sentidos...
O calor que percorreu meu corpo foi sinal...
O entendimento comungado num efémero espaço de tempo...
O muito querer e de um jeito meio sem querer nada dizer...
A dor de desde logo te ver partir a cada centímetro que nos afastava...
Por muito que o quisesse calar... a sua força acabou por se revelar...
****... palavra que nunca usei... que não te enganes e penses que não sinto...
Não!... É uma palavra que não se usa... é sim um sentimento que se sente...
Como? como saberei o que sentes se não me dizes?...
O melhor é mesmo mostrar... demonstrar... descrever...

O Sol brilha... mas longe do brilho do teu olhar...
A saudade aperta... o peito dói...
A liberdade chega... os meus olhos vêm os teus...
A alegria inunda o meu ser...
E nada mais consegui escrever...
Apenas fico a sentir... a sentir-te...
E nesses momentos a certeza do **** que sinto...
Sentimento belo e único que me faz voar...
Voar para lá do horizonte e do atingível...

Um **** muito especial...


Tapei-te os olhos...
Cativei a tua atenção...
Li-te este belo poema em jeito de canção...
E transbordando de emoção...
Pedi-te que em teu coração...
Decifrasses o profundo Eu com toda a tua dedicação!

O Eu que tão perdido andava...
O Eu que tanto procurava...
O Eu que te encontrou...

O Eu que na sua fortaleza se fragilizou...
Quando pelo mundo tanto buscou...
Um outro Eu que pudesse um dia ser também seu...
"Quem busca sempre alcança"...

Não de um acaso, mas por uma razão da vida...
O contacto e a conquista foram desde logo sentidos...
O calor que percorreu meu corpo foi sinal...
O entendimento comungado num efémero espaço de tempo...
O muito querer e de um jeito meio sem querer nada dizer...
A dor de desde logo te ver partir a cada centímetro que nos afastava...
Por muito que o quisesse calar... a sua força acabou por se revelar...
****... palavra que nunca usei... que não te enganes e penses que não sinto...
Não!... É uma palavra que não se usa... é sim um sentimento que se sente...
Como? como saberei o que sentes se não me dizes?...
O melhor é mesmo mostrar... demonstrar... descrever...

O Sol brilha... mas longe do brilho do teu olhar...
A saudade aperta... o peito dói...
A liberdade chega... os meus olhos vêm os teus...
A alegria inunda o meu ser...
E nada mais consegui escrever...
Apenas fico a sentir... a sentir-te...
E nesses momentos a certeza do **** que sinto...
Sentimento belo e único que me faz voar...
Voar para lá do horizonte e do atingível...

terça-feira, 12 de maio de 2009

O jardim da vida...


A nossa vida é semelhante a um belo jardim...
De onde brotam as mais belas e graciosas flores...
Onde podemos beber o néctar da felicidade...
Redescobrir a essência do viver...
Oferecer e cultivar o mais puro que há em nós!...

Tantas flores...tantas cores... tantos aromas...
Escolhemos uma... e centramos o jardim nessa flor...

Muitas aves e insectos virão contemplar a sua beleza...
A sua graciosidade e esplendor serão admirados...
Revigorados seremos nos seus encantos...
Imponentes viveremos com a sua longevidade.
Amemos o centro do nosso jardim... o centro da nossa vida!

Nunca será demais dizê-lo...
Nunca será demais senti-lo...
Nunca será demais vivê-lo...

O jardim da vida...


A nossa vida é semelhante a um belo jardim...
De onde brotam as mais belas e graciosas flores...
Onde podemos beber o néctar da felicidade...
Redescobrir a essência do viver...
Oferecer e cultivar o mais puro que há em nós!...

Tantas flores...tantas cores... tantos aromas...
Escolhemos uma... e centramos o jardim nessa flor...

Muitas aves e insectos virão contemplar a sua beleza...
A sua graciosidade e esplendor serão admirados...
Revigorados seremos nos seus encantos...
Imponentes viveremos com a sua longevidade.
Amemos o centro do nosso jardim... o centro da nossa vida!

Nunca será demais dizê-lo...
Nunca será demais senti-lo...
Nunca será demais vivê-lo...

domingo, 10 de maio de 2009

Amante do Belo...


Aquele que ama não teme o amor próprio...
Quem ama não teme viver e partilhar esse amor...
Amar... é deleitar-se na beleza de quem se ama...
Amar... amar... é querer falar e as palavras soarem mudas!
É querer gritar o teu nome e apenas um leve sussurro pairar no ar...
É sentir mais do que se sente... é sentir mais do que o próprio sentir...
É arder no fogo da paixão...
As palavras fogem... assumo o belo... amo o belo... e o Belo és tu...
Os dedos retraem-se... o pensamento voa...
Em frente deste ecrã onde fecho as janelas da alma...
Apenas vejo o teu rosto... procuro e quero tocá-lo...
Não fujas... não quero que fujas...
Perdido vagueei tempo demais...
Encontrámo-nos nessa escuridão da noite...
Onde a diferença assumiu toda diferença...
Onde o bem querer falou mais alto...
Oh! vida minha... onde estiveste?!
Tanto tempo te procurei que pensei não te encontrar...
Tanto vagueei perdido nos meandros mais obscuros...
Perdido na busca da Luz...
Aquela que brilha e envolve apenas os ET´s deste mundo...
Aquela que todos querem ver e tão poucos a reconhecem!
Quero ser o amor e o amante...
A paixão e o desejo...
O respeito e a compreensão...
Quero ser teu, como espero que queiras ser minha...
Para juntos brilharmos...
Iluminando e irradiando toda a escuridão deste mundo!

Amante do Belo...


Aquele que ama não teme o amor próprio...
Quem ama não teme viver e partilhar esse amor...
Amar... é deleitar-se na beleza de quem se ama...
Amar... amar... é querer falar e as palavras soarem mudas!
É querer gritar o teu nome e apenas um leve sussurro pairar no ar...
É sentir mais do que se sente... é sentir mais do que o próprio sentir...
É arder no fogo da paixão...
As palavras fogem... assumo o belo... amo o belo... e o Belo és tu...
Os dedos retraem-se... o pensamento voa...
Em frente deste ecrã onde fecho as janelas da alma...
Apenas vejo o teu rosto... procuro e quero tocá-lo...
Não fujas... não quero que fujas...
Perdido vagueei tempo demais...
Encontrámo-nos nessa escuridão da noite...
Onde a diferença assumiu toda diferença...
Onde o bem querer falou mais alto...
Oh! vida minha... onde estiveste?!
Tanto tempo te procurei que pensei não te encontrar...
Tanto vagueei perdido nos meandros mais obscuros...
Perdido na busca da Luz...
Aquela que brilha e envolve apenas os ET´s deste mundo...
Aquela que todos querem ver e tão poucos a reconhecem!
Quero ser o amor e o amante...
A paixão e o desejo...
O respeito e a compreensão...
Quero ser teu, como espero que queiras ser minha...
Para juntos brilharmos...
Iluminando e irradiando toda a escuridão deste mundo!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Isolados na multidão!...


A multidão que dia-a-dia nos rodeia e quase sufoca...
Em nada nos consegue tocar...
Os princípios e regras das maiorias...
Nada são além de meras trivialidades e futilidades!
O vazio interior de quem nos rodeia choca-nos!...
Deixa-nos tristes...
Alegrias vivemos quando encontramos alguém...
Alguém com quem podemos entrançar linhas de pensamentos!...

Perdido entre as correrias do quotidiano...
Alheio [ou não] ao mundo que me rodeia...
Eis que do âmago populacional emergiste...
O teu brilho... a tua essência... o teu ser...
Na escuridão da noite me iluminou...
Da sala repleta pela multidão ficámos os dois...
Tudo ao redor parou... o vazio e silêncio reinaram...
Dois estranhos com tanto para dizer...
E tanto a ficar por dizer...
Na pressa dos assuntos vividos...meio mundo foi visitado...
Era tempo de parar... Não! não vás... fica comigo!
A fracção de segundo que significou mais que séculos...
Dois corpos... duas energias... duas luzes...
Querendo-se tocar... e detiveram-se!...
Porquê? A pergunta que sem termos ousado colocar...
Ambos quisemos responder!...

A saudade estranha do estranho não conhecido...
A saudade intensa do intenso vivido...
Ai a saudade!
Horas... dias... espaços temporais eternos...
Eternidades de desejo do reencontro...
Palavras ditas e escritas no ar...
Na esperança que a ti te possam encontrar...
No regresso trazem lembranças tuas...
A saudade adensa... a saudade...
Ela mostra o bem e 0 muito querer...
Acolhe no seu colo as certezas que outrora foram dúvidas...
De certeza em certeza podemos avançar...
Avançando... parto ao teu encontro...
Na esperança de em ti me reencontrar!...

Isolados na multidão!...


A multidão que dia-a-dia nos rodeia e quase sufoca...
Em nada nos consegue tocar...
Os princípios e regras das maiorias...
Nada são além de meras trivialidades e futilidades!
O vazio interior de quem nos rodeia choca-nos!...
Deixa-nos tristes...
Alegrias vivemos quando encontramos alguém...
Alguém com quem podemos entrançar linhas de pensamentos!...

Perdido entre as correrias do quotidiano...
Alheio [ou não] ao mundo que me rodeia...
Eis que do âmago populacional emergiste...
O teu brilho... a tua essência... o teu ser...
Na escuridão da noite me iluminou...
Da sala repleta pela multidão ficámos os dois...
Tudo ao redor parou... o vazio e silêncio reinaram...
Dois estranhos com tanto para dizer...
E tanto a ficar por dizer...
Na pressa dos assuntos vividos...meio mundo foi visitado...
Era tempo de parar... Não! não vás... fica comigo!
A fracção de segundo que significou mais que séculos...
Dois corpos... duas energias... duas luzes...
Querendo-se tocar... e detiveram-se!...
Porquê? A pergunta que sem termos ousado colocar...
Ambos quisemos responder!...

A saudade estranha do estranho não conhecido...
A saudade intensa do intenso vivido...
Ai a saudade!
Horas... dias... espaços temporais eternos...
Eternidades de desejo do reencontro...
Palavras ditas e escritas no ar...
Na esperança que a ti te possam encontrar...
No regresso trazem lembranças tuas...
A saudade adensa... a saudade...
Ela mostra o bem e 0 muito querer...
Acolhe no seu colo as certezas que outrora foram dúvidas...
De certeza em certeza podemos avançar...
Avançando... parto ao teu encontro...
Na esperança de em ti me reencontrar!...

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Palavras ou Poeiras...


As palavras que escrevemos, dizem aquilo que somos...
Mostram quem somos, as palavras que dizemos...
As palavras que vivemos, mais do que ditas ou escritas são pedaços de vida!
Serão as palavras meros albergues ou abrigos?...
Serão as palavras meras sílabas vazias de sentido?...
As palavras ditas pelo vento...
Sopram o teu nome no meu ouvido...
As palavras escritas no céu...
Desenham o teu rosto entre as nuvens...
Serão ilusões?... ouvirei e verei algo que não existe...
As palavras serão bandeiras agitadas para atrair a atenção?...
As palavras serão poeiras que turvam a nossa visão?...
As palavras terão o valor e sentido que lhes damos...
Palavras serão sinceridade... mas podem ser mentira...
Palavras podem falar de amor... mas nunca amar...
Palavras magoam... mas também nos trazem a cura...
Adoro as palavras que dizes no silêncio do teu olhar...
Adoro os silêncios que todos ouvem e as palavras que neles dizemos!


[este tema foi sugerido via email por alguém que visitou o blog, como não pedi autorização para divulgar o nome irei manter o anonimato de quem pediu. Espero ter abordado o tema da melhor forma...esperarei o feedback dos leitores assíduos e de quem fez o pedido do tema]

Palavras ou Poeiras...


As palavras que escrevemos, dizem aquilo que somos...
Mostram quem somos, as palavras que dizemos...
As palavras que vivemos, mais do que ditas ou escritas são pedaços de vida!
Serão as palavras meros albergues ou abrigos?...
Serão as palavras meras sílabas vazias de sentido?...
As palavras ditas pelo vento...
Sopram o teu nome no meu ouvido...
As palavras escritas no céu...
Desenham o teu rosto entre as nuvens...
Serão ilusões?... ouvirei e verei algo que não existe...
As palavras serão bandeiras agitadas para atrair a atenção?...
As palavras serão poeiras que turvam a nossa visão?...
As palavras terão o valor e sentido que lhes damos...
Palavras serão sinceridade... mas podem ser mentira...
Palavras podem falar de amor... mas nunca amar...
Palavras magoam... mas também nos trazem a cura...
Adoro as palavras que dizes no silêncio do teu olhar...
Adoro os silêncios que todos ouvem e as palavras que neles dizemos!


[este tema foi sugerido via email por alguém que visitou o blog, como não pedi autorização para divulgar o nome irei manter o anonimato de quem pediu. Espero ter abordado o tema da melhor forma...esperarei o feedback dos leitores assíduos e de quem fez o pedido do tema]

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Estranho...


Estranho...

... será este modo de vida... onde tão difícil é sermos surpreendidos...

Estranho...

... este mundo onde vivemos... onde parece que não pertencemos...

Estranho...

... será encontrar alguém... que partilhe a mesma estranheza...

Estranho...

... é viver... pois vivendo tudo o resto pode acontecer...

Estranho...

... serei eu, serás tu... pelo menos até que o estranho desapareça...

Estranho...

... no mundo sem palavras... perceber-se tão bem o que dizes...

Estranho...

... é um estranho tanto gostar de ouvir o que um estranho tem a dizer.


Estranho...


Estranho...

... será este modo de vida... onde tão difícil é sermos surpreendidos...

Estranho...

... este mundo onde vivemos... onde parece que não pertencemos...

Estranho...

... será encontrar alguém... que partilhe a mesma estranheza...

Estranho...

... é viver... pois vivendo tudo o resto pode acontecer...

Estranho...

... serei eu, serás tu... pelo menos até que o estranho desapareça...

Estranho...

... no mundo sem palavras... perceber-se tão bem o que dizes...

Estranho...

... é um estranho tanto gostar de ouvir o que um estranho tem a dizer.


sábado, 2 de maio de 2009

Um obrigado...


Te agradeço mãe por em teu seio me teres acolhido...
Te agradeço mãe por desde muito cedo me teres protegido...
Te agradeço mãe tudo na vida me teres ensinado...
Te agradeço mãe por sempre me teres amado...
Por muito que te agradeça...
Por muitas vezes que isso aconteça...
Nunca serão o suficiente...
Por tantas vezes teres sido paciente...
Pelas noites passadas sem dormir...
Por toda a dor que te fiz ou faço sentir...
Apesar de tudo isso... tu és mãe única e especial...
E estás sempre pronta para corrigir o meu mal...
Por muito que te possa agradecer...
No fundo tudo se pode dizer...
Num mais que fundo e sincero...
Obrigado minha mãe!

[PS: Por muito querer deixar o agradecimento à minha mãe, o texto não foi publicado ao início do dia como é hábito, mas sim ao final do dia - para quase coincidir com o Dia da Mãe]

Um obrigado...


Te agradeço mãe por em teu seio me teres acolhido...
Te agradeço mãe por desde muito cedo me teres protegido...
Te agradeço mãe tudo na vida me teres ensinado...
Te agradeço mãe por sempre me teres amado...
Por muito que te agradeça...
Por muitas vezes que isso aconteça...
Nunca serão o suficiente...
Por tantas vezes teres sido paciente...
Pelas noites passadas sem dormir...
Por toda a dor que te fiz ou faço sentir...
Apesar de tudo isso... tu és mãe única e especial...
E estás sempre pronta para corrigir o meu mal...
Por muito que te possa agradecer...
No fundo tudo se pode dizer...
Num mais que fundo e sincero...
Obrigado minha mãe!

[PS: Por muito querer deixar o agradecimento à minha mãe, o texto não foi publicado ao início do dia como é hábito, mas sim ao final do dia - para quase coincidir com o Dia da Mãe]