segunda-feira, 29 de junho de 2009

Sobre a tela...


Sobre a tela fiz o Sol brilhar...
Um amarelo vivo e radiante lhe deu vida...
Na delicadeza de leves traços...
Com a mistura de várias cores...
No branco nasceu um corpo...
O corpo que desfrutava do sol...
Sobre a tela nasceste...
Mais brilhante que o residente Sol...
Toda a luz do quadro residia agora nele...
Poderia nascer toda a obra...

Sobre a tela...


Sobre a tela fiz o Sol brilhar...
Um amarelo vivo e radiante lhe deu vida...
Na delicadeza de leves traços...
Com a mistura de várias cores...
No branco nasceu um corpo...
O corpo que desfrutava do sol...
Sobre a tela nasceste...
Mais brilhante que o residente Sol...
Toda a luz do quadro residia agora nele...
Poderia nascer toda a obra...

sábado, 27 de junho de 2009

Amarra-me...

Atrás do sol posto, onde o rio passa...
A leve... sinuosa e cristalina água vai avançando...
Rendi-me à sua sedução e beleza...
Escondida por entre as rochas e árvores...
Passei pelos recantos...
Estreitos... difíceis... que a vida me deu...
Subi as pedras e descobri os segredos...
A paz presente naquele lugar onde tanto queria chegar...
Sinto a água nos pés...
Fria... limpa... como nunca havia visto ou sentido...
Sinto o teu toque e o teu cheiro...
Inconfundíveis e incomparáveis...
Desatamos a paixão onde todas as palavras se calam...
Onde perdem todo o seu sentido...
E desaparecem...
O silêncio reina... e nele continuamos a conversar...
Neste labirinto onde desejo perder-me...
E deixar para trás as dúvidas e receios...
Para mais tarde me encontrar...
Para mais tarde me realizar...
Agarra-me ao chão...
Não me deixes fugir... nem recuar...
Prende-me em ti...
Com amarrar fortes e seguras...
Afogamo-nos no horizonte das imagens da beleza...
Emergimos das profundezas deste belo poema!...
E nele voltamos de novo à vida.

Amarra-me...

Atrás do sol posto, onde o rio passa...
A leve... sinuosa e cristalina água vai avançando...
Rendi-me à sua sedução e beleza...
Escondida por entre as rochas e árvores...
Passei pelos recantos...
Estreitos... difíceis... que a vida me deu...
Subi as pedras e descobri os segredos...
A paz presente naquele lugar onde tanto queria chegar...
Sinto a água nos pés...
Fria... limpa... como nunca havia visto ou sentido...
Sinto o teu toque e o teu cheiro...
Inconfundíveis e incomparáveis...
Desatamos a paixão onde todas as palavras se calam...
Onde perdem todo o seu sentido...
E desaparecem...
O silêncio reina... e nele continuamos a conversar...
Neste labirinto onde desejo perder-me...
E deixar para trás as dúvidas e receios...
Para mais tarde me encontrar...
Para mais tarde me realizar...
Agarra-me ao chão...
Não me deixes fugir... nem recuar...
Prende-me em ti...
Com amarrar fortes e seguras...
Afogamo-nos no horizonte das imagens da beleza...
Emergimos das profundezas deste belo poema!...
E nele voltamos de novo à vida.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

A Queda...



A queda de um anjo...
A imagem mais dolorosa que se pode imaginar...
Os anjos protegem-nos... vivem ao nosso lado...
Aspiram à presença com o ser supremo...
Como possível estar na presença dele e cortar as asas...
Um anjo, real, puro e autêntico...
Junto de um ser supremo... real, puro e autêntico...
Será um anjo um ser supremo?!...
Tem tudo para que o seja...
Os anjos... os homens... serão assim tão diferentes?!...
Porque é que o Homem é o ser único...
Aquele que sendo feliz é capaz de destruir essa felicidade...
Mesmo sendo ela que ele buscou toda a vida...
Sendo ela a vida que sempre quis viver...
Ingrato... injusto... incoerente... irracional...
Onde ficou no meio disso tudo a inteligência?!...
Onde ficou o ouvir do coração?...
De onde surgiu tamanha cegueira...
Cair em si... cair na realidade... cair no abismo...
E tudo por não conseguir viver...
Conseguir viver essa felicidade!...

A Queda...



A queda de um anjo...
A imagem mais dolorosa que se pode imaginar...
Os anjos protegem-nos... vivem ao nosso lado...
Aspiram à presença com o ser supremo...
Como possível estar na presença dele e cortar as asas...
Um anjo, real, puro e autêntico...
Junto de um ser supremo... real, puro e autêntico...
Será um anjo um ser supremo?!...
Tem tudo para que o seja...
Os anjos... os homens... serão assim tão diferentes?!...
Porque é que o Homem é o ser único...
Aquele que sendo feliz é capaz de destruir essa felicidade...
Mesmo sendo ela que ele buscou toda a vida...
Sendo ela a vida que sempre quis viver...
Ingrato... injusto... incoerente... irracional...
Onde ficou no meio disso tudo a inteligência?!...
Onde ficou o ouvir do coração?...
De onde surgiu tamanha cegueira...
Cair em si... cair na realidade... cair no abismo...
E tudo por não conseguir viver...
Conseguir viver essa felicidade!...

terça-feira, 23 de junho de 2009

A praia...


Tínhamos chegado naquela praia deserta...
Apesar do calor todos teriam escolhido outro destino...
Mesmo no caminho para lá... quase tudo deserto...
Apenas aquela imagem simpática...
A gelataria...uhm... um belo gelado...
O sol brilhava no meio do azul daquele imenso céu...
Toalhas na areia... corpos desnudados...
Um desejo... um belo gelado...
Aquele cone de baunilha...
Aquelas duas bolas de sabor...
Café... intenso, forte, e revigorante...
Limão... fresco, arrepiante e ...
Num pequeno instante lá fui buscar...
O calor era tanto... que mesmo em poucos segundos...
Já ele derretia... uma pequena gota da bola de limão caiu...
Parecia nunca mais atingir o destino...
Por fim tocou a tua dourada pele...
Num gesto rápido ajoelhei na areia...
Docemente lambi a pequena gota...
Quase desaparecida no calor do teu umbigo...
Ao aproximar-me vi... o arrepio a propagar-se pelo teu corpo...
Parecia uma onda... a ganhar força... intensidade...
Quando toquei a tua pele... foi o rebentamento da onda...
Uma mistura de sensações...
As mais puras emoções e desejos...
A proximidade da tua pele despertou em mim todo o desejo...
Subi um pouco mais e senti a tua respiração...
Os teus lábios pareciam chamar os meus...
Não resisti... e eles tocaram-se...
Um beijo suave... doce... em crescendo de intensidade...
Um crescendo explosivo...
Um exponencial de desejo e prazer...
Apenas acalmado pela refrescante mistura do gelado...

A praia...


Tínhamos chegado naquela praia deserta...
Apesar do calor todos teriam escolhido outro destino...
Mesmo no caminho para lá... quase tudo deserto...
Apenas aquela imagem simpática...
A gelataria...uhm... um belo gelado...
O sol brilhava no meio do azul daquele imenso céu...
Toalhas na areia... corpos desnudados...
Um desejo... um belo gelado...
Aquele cone de baunilha...
Aquelas duas bolas de sabor...
Café... intenso, forte, e revigorante...
Limão... fresco, arrepiante e ...
Num pequeno instante lá fui buscar...
O calor era tanto... que mesmo em poucos segundos...
Já ele derretia... uma pequena gota da bola de limão caiu...
Parecia nunca mais atingir o destino...
Por fim tocou a tua dourada pele...
Num gesto rápido ajoelhei na areia...
Docemente lambi a pequena gota...
Quase desaparecida no calor do teu umbigo...
Ao aproximar-me vi... o arrepio a propagar-se pelo teu corpo...
Parecia uma onda... a ganhar força... intensidade...
Quando toquei a tua pele... foi o rebentamento da onda...
Uma mistura de sensações...
As mais puras emoções e desejos...
A proximidade da tua pele despertou em mim todo o desejo...
Subi um pouco mais e senti a tua respiração...
Os teus lábios pareciam chamar os meus...
Não resisti... e eles tocaram-se...
Um beijo suave... doce... em crescendo de intensidade...
Um crescendo explosivo...
Um exponencial de desejo e prazer...
Apenas acalmado pela refrescante mistura do gelado...

domingo, 21 de junho de 2009

Busca...


A vida...
Tanto nos ensina...
Nela passamos...
Somos viajantes...
Claro que não! Somos participantes dela...
Com ela devemos lutar...
Com ela devemos resistir...
E por ela devemos viver...
Viver todos os momentos...
Os de dor e mágoa...
Os de felicidade e de amor pleno...
As mágoas... aprender a viver com elas...
As mágoas... saber aprender com elas...
A felicidade... saber fazê-la habitar na nossa vida...
A felicidade... fazer dela estrada de nossa vida!...

Busca...


A vida...
Tanto nos ensina...
Nela passamos...
Somos viajantes...
Claro que não! Somos participantes dela...
Com ela devemos lutar...
Com ela devemos resistir...
E por ela devemos viver...
Viver todos os momentos...
Os de dor e mágoa...
Os de felicidade e de amor pleno...
As mágoas... aprender a viver com elas...
As mágoas... saber aprender com elas...
A felicidade... saber fazê-la habitar na nossa vida...
A felicidade... fazer dela estrada de nossa vida!...

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Doce Paladar...


A noite caiu... cheguei a casa...
Surpresa das surpresas...
Sobre a mesa tinhas preparado um banquete...
Um banquete que ainda não havia saboreado...
Algemas, venda, champanhe e morangos...
Os meus olhos passaram sobre a mesa...
Viste neles o brilho e o sorriso que esperavas...
Os meus braços puxaram-te para o interior dos meus...
O teu peito aconchegou-se no meu...
Os teus braços envolveram-me....
Apertaram-me com uma doce delicadeza sensual...
Olhei-te nos olhos... o brilho deles me enfeitiçou...
Os meus lábios aproximaram-se dos teus...
As distâncias pareciam desaparecer...
Senti o teu calor... o teu respirar...
Enfim alcançaram os teus... doces e húmidos estavam...
O beijo prolongou-se... os nossos corpos envolveram-se...
Sobre o sofá nos sentámos...
Discretamente... pegaste nas algemas...
O beijo continuava... a envolvência cada vez mais profunda...
Prendeste a minha mão direita...
Tentei recusar... mas como o poderia fazer...
A seguir veio a esquerda... sorriste...
Estava preso... ao mesmo tempo livre...
Abriste os botões da minha camisa...
O meu peito ficou desnudado... docemente o beijaste...
Queria abraçar-te... procurava beijar-te...
O controlo que tinhas divertia-te...
Dava-te poder... e o teu poder seduzia-me...
Continuaste... e da taça sobre a mesa tiraste esse fruto vermelho...
A uma curta distância colocaste esse morango...
Dei uma trinca... no fim dela alcancei a tua boca...
Nossas línguas se envolveram de novo...
O calor aumentava e o desejo acompanhava essa subida...
Um novo morango foi partilhado...
Aquele doce e aveludado paladar...
Não sei se do morango se da tua boca...
Ou ainda do morango na tua boca...
A paixão crescia... os nossos corpos contorciam-se...
Num gesto simples libertaste as minhas mãos...
Percebi a tua mensagem... seria a minha vez!...
Aceitei o desafio... abracei-o com enorme desejo...
Atirei as algemas pelo chão... longe foram parar...
Peguei na venda... delicadamente vendei-te os olhos...
Sem me veres procuravas a minha boca...
Demoradamente tirei a minha camisa que vestias...
Debaixo dela... os teus seios esperavam por mim...
Peguei na garrafa de champanhe... já aberta pois claro!...
Derramei um pouco no seio do lado direito...
O frio do champanhe fez com que ele se contraísse...
Comecei então por beijar o teu pescoço...
Contorcias-te... pequenos gemidos soltavas...
Beijei demoradamente o teu seio... beijos curtos... beijos longos...
Passei depois ao do lado esquerdo...
Antes do champanhe já o beijava...
Mesmo sem o frio ele se contraiu de forma rápida e instintiva...
Percorri então o teu ventre... a minha língua levou-te à loucura...
O fio de champanhe guiava o meu trajecto terminando sempre lá...
Sim... lá!... no teu umbigo...
As tuas contracções de desejo aumentavam e os gemidos cresciam de tom...
Peguei-te nos meus braços...
Transportei-nos até ao nosso quarto...
Na cama... os lençóis brancos nos esperavam...
Sobre eles...delicadas e perfumadas pétalas de rosas...
Rosas... também elas à imagem dos morangos...vermelhas...
Sobre esse leito de amor nos amámos loucamente...

Doce Paladar...


A noite caiu... cheguei a casa...
Surpresa das surpresas...
Sobre a mesa tinhas preparado um banquete...
Um banquete que ainda não havia saboreado...
Algemas, venda, champanhe e morangos...
Os meus olhos passaram sobre a mesa...
Viste neles o brilho e o sorriso que esperavas...
Os meus braços puxaram-te para o interior dos meus...
O teu peito aconchegou-se no meu...
Os teus braços envolveram-me....
Apertaram-me com uma doce delicadeza sensual...
Olhei-te nos olhos... o brilho deles me enfeitiçou...
Os meus lábios aproximaram-se dos teus...
As distâncias pareciam desaparecer...
Senti o teu calor... o teu respirar...
Enfim alcançaram os teus... doces e húmidos estavam...
O beijo prolongou-se... os nossos corpos envolveram-se...
Sobre o sofá nos sentámos...
Discretamente... pegaste nas algemas...
O beijo continuava... a envolvência cada vez mais profunda...
Prendeste a minha mão direita...
Tentei recusar... mas como o poderia fazer...
A seguir veio a esquerda... sorriste...
Estava preso... ao mesmo tempo livre...
Abriste os botões da minha camisa...
O meu peito ficou desnudado... docemente o beijaste...
Queria abraçar-te... procurava beijar-te...
O controlo que tinhas divertia-te...
Dava-te poder... e o teu poder seduzia-me...
Continuaste... e da taça sobre a mesa tiraste esse fruto vermelho...
A uma curta distância colocaste esse morango...
Dei uma trinca... no fim dela alcancei a tua boca...
Nossas línguas se envolveram de novo...
O calor aumentava e o desejo acompanhava essa subida...
Um novo morango foi partilhado...
Aquele doce e aveludado paladar...
Não sei se do morango se da tua boca...
Ou ainda do morango na tua boca...
A paixão crescia... os nossos corpos contorciam-se...
Num gesto simples libertaste as minhas mãos...
Percebi a tua mensagem... seria a minha vez!...
Aceitei o desafio... abracei-o com enorme desejo...
Atirei as algemas pelo chão... longe foram parar...
Peguei na venda... delicadamente vendei-te os olhos...
Sem me veres procuravas a minha boca...
Demoradamente tirei a minha camisa que vestias...
Debaixo dela... os teus seios esperavam por mim...
Peguei na garrafa de champanhe... já aberta pois claro!...
Derramei um pouco no seio do lado direito...
O frio do champanhe fez com que ele se contraísse...
Comecei então por beijar o teu pescoço...
Contorcias-te... pequenos gemidos soltavas...
Beijei demoradamente o teu seio... beijos curtos... beijos longos...
Passei depois ao do lado esquerdo...
Antes do champanhe já o beijava...
Mesmo sem o frio ele se contraiu de forma rápida e instintiva...
Percorri então o teu ventre... a minha língua levou-te à loucura...
O fio de champanhe guiava o meu trajecto terminando sempre lá...
Sim... lá!... no teu umbigo...
As tuas contracções de desejo aumentavam e os gemidos cresciam de tom...
Peguei-te nos meus braços...
Transportei-nos até ao nosso quarto...
Na cama... os lençóis brancos nos esperavam...
Sobre eles...delicadas e perfumadas pétalas de rosas...
Rosas... também elas à imagem dos morangos...vermelhas...
Sobre esse leito de amor nos amámos loucamente...

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Espero por ti...


A leve brisa irrompia...
Por entre a tórrida planície da multidão...
Batia leve, levemente na folha do meu rosto...
O calor parecia agora esbater-se...
Dissipar-se por entre os rostos familiares...
As linhas traçadas no céu...
Paralelas às linhas do pensamento...
Conduzem-me até junto a ti...
O outrora distante torna-se surrealmente próximo...
Como sendo possível sussurrar-te um segredo no ouvido...
Nesse segredo... palavras e sentimentos muito doces...
Doçura que tão docemente emana de ti...
Em cada gesto... em cada sorriso... em cada palavra...
Tudo em ti me atrai enquanto "insecto"...
Insecto que busca o mais doce dos nectares...
Delicadamente fiquei a saber de onde vinhas...
Sim, tu!... minha doce brisa...
O suave aroma salgado não deixa lugar a enganos...
Vens do mar... do poderoso e forte mar...
O mar cuja espuma é macia e aveludada como a tua pele...
Espuma que cobre o meu tosco corpo...
Oh, sim! Vem também tu cobrir este mundano corpo...
Pois o interior e a energia já são tuas...
Mesmo sem autorização apoderaste-te da minha essência...
Conquistaste... arrebataste tudo em mim...
Quem és tu com tamanha força e poder?!...
A nuvem de areia cobre os meus olhos...
Apenas os outros sentidos te podem identificar...
Vem... Vem para junto de mim...
E assim te poder reconhecer ou conhecer...
Quem és tu...
Que tão docemente vieste ter comigo.. ou eu contigo...
Revelar-te... mostrar-me...
Quero e desejo conhecer-te... vem...
Espero por ti...


Espero por ti...


A leve brisa irrompia...
Por entre a tórrida planície da multidão...
Batia leve, levemente na folha do meu rosto...
O calor parecia agora esbater-se...
Dissipar-se por entre os rostos familiares...
As linhas traçadas no céu...
Paralelas às linhas do pensamento...
Conduzem-me até junto a ti...
O outrora distante torna-se surrealmente próximo...
Como sendo possível sussurrar-te um segredo no ouvido...
Nesse segredo... palavras e sentimentos muito doces...
Doçura que tão docemente emana de ti...
Em cada gesto... em cada sorriso... em cada palavra...
Tudo em ti me atrai enquanto "insecto"...
Insecto que busca o mais doce dos nectares...
Delicadamente fiquei a saber de onde vinhas...
Sim, tu!... minha doce brisa...
O suave aroma salgado não deixa lugar a enganos...
Vens do mar... do poderoso e forte mar...
O mar cuja espuma é macia e aveludada como a tua pele...
Espuma que cobre o meu tosco corpo...
Oh, sim! Vem também tu cobrir este mundano corpo...
Pois o interior e a energia já são tuas...
Mesmo sem autorização apoderaste-te da minha essência...
Conquistaste... arrebataste tudo em mim...
Quem és tu com tamanha força e poder?!...
A nuvem de areia cobre os meus olhos...
Apenas os outros sentidos te podem identificar...
Vem... Vem para junto de mim...
E assim te poder reconhecer ou conhecer...
Quem és tu...
Que tão docemente vieste ter comigo.. ou eu contigo...
Revelar-te... mostrar-me...
Quero e desejo conhecer-te... vem...
Espero por ti...


segunda-feira, 15 de junho de 2009

Errar...


No silêncio da noite... nos silêncios da vida...
Apenas aí conseguimos ver e ler aquilo que é importante...
Por vezes tarde demais... outras vezes nunca o vemos realmente...
Quando o vemos... dói... dói muito profundamente...
Inocentemente procuramos remediar...
Tolos!... o que aconteceu é imutável...
Jamais conseguimos apagar a mágoa...
Aquela que fizemos sentir a alguém...
Corremos e aceleramos a nossa vida...
Mas o avançar mais depressa não trás as melhoras desejadas...
O mal e os erros estão feitos...
Pedimos desculpa!... choramos lágrimas amargas...
Enxugamos o rosto... e elas correm dentro do peito...
O mal magoa-nos... e magoou alguém!
Isso não mudamos... não apagamos!...
O que fazer?...
Nada... aprender a não errar...
Pois o erro já não o podemos apagar!

Errar...


No silêncio da noite... nos silêncios da vida...
Apenas aí conseguimos ver e ler aquilo que é importante...
Por vezes tarde demais... outras vezes nunca o vemos realmente...
Quando o vemos... dói... dói muito profundamente...
Inocentemente procuramos remediar...
Tolos!... o que aconteceu é imutável...
Jamais conseguimos apagar a mágoa...
Aquela que fizemos sentir a alguém...
Corremos e aceleramos a nossa vida...
Mas o avançar mais depressa não trás as melhoras desejadas...
O mal e os erros estão feitos...
Pedimos desculpa!... choramos lágrimas amargas...
Enxugamos o rosto... e elas correm dentro do peito...
O mal magoa-nos... e magoou alguém!
Isso não mudamos... não apagamos!...
O que fazer?...
Nada... aprender a não errar...
Pois o erro já não o podemos apagar!

sábado, 13 de junho de 2009

Vida Suspensa...



Vida suspensa... vida parada!...
No suspense da vida viajamos...
Na corda... no arame frágil tentamos alcançar a outra margem...
Um empurrão... um passo mal dado e o chão é o destino...
Na corda da vida... temos como segurança a rede furada...
Paramos por momentos... ou estagnamos na vida...
Precisamos de alguém... um impulso forte e decisivo e voltamos a avançar...
Quem terá esse condão... o que terá esse condão...
Os click´s que não vemos... os click´s que não ouvimos!...
Procuramos manter a vida a correr...
Por vezes ela apenas anda...
Outras em que rasteja...
E ainda os momentos em que paramos....
Quem é que é capaz de nos fazer tanto mal...
Quem nos faz parar a vida!?...
Não sei... não quero saber...
Apenas quero distância...
Distância de quem tanto mal é capaz...
Distância de quem tanto sofrer faz.

Vida Suspensa...



Vida suspensa... vida parada!...
No suspense da vida viajamos...
Na corda... no arame frágil tentamos alcançar a outra margem...
Um empurrão... um passo mal dado e o chão é o destino...
Na corda da vida... temos como segurança a rede furada...
Paramos por momentos... ou estagnamos na vida...
Precisamos de alguém... um impulso forte e decisivo e voltamos a avançar...
Quem terá esse condão... o que terá esse condão...
Os click´s que não vemos... os click´s que não ouvimos!...
Procuramos manter a vida a correr...
Por vezes ela apenas anda...
Outras em que rasteja...
E ainda os momentos em que paramos....
Quem é que é capaz de nos fazer tanto mal...
Quem nos faz parar a vida!?...
Não sei... não quero saber...
Apenas quero distância...
Distância de quem tanto mal é capaz...
Distância de quem tanto sofrer faz.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Amanhecer...


Não tenhas medo... murmurei baixinho ao teu ouvido...
Pertencemos um ao outro...

Senti o teu corpo estremecer...
Parecias esmagada pelas minhas próprias palavras...

O momento era perfeito e verdadeiro...
Sem outra forma de o ver ou sequer tentar negar!...

Contornando o teu corpo...envolvi-te com os meus braços...
Apertei o teu corpo contra o meu...
Uma corrente eléctrica percorreu todo o meu corpo...
Todas as extremidades dos nossos corpos...
Todos os nervos foram tocados pela corrente...

Será assim para sempre...
Por toda a eternidade...

Amanhecer...


Não tenhas medo... murmurei baixinho ao teu ouvido...
Pertencemos um ao outro...

Senti o teu corpo estremecer...
Parecias esmagada pelas minhas próprias palavras...

O momento era perfeito e verdadeiro...
Sem outra forma de o ver ou sequer tentar negar!...

Contornando o teu corpo...envolvi-te com os meus braços...
Apertei o teu corpo contra o meu...
Uma corrente eléctrica percorreu todo o meu corpo...
Todas as extremidades dos nossos corpos...
Todos os nervos foram tocados pela corrente...

Será assim para sempre...
Por toda a eternidade...

terça-feira, 9 de junho de 2009

Ilumina-me...


O Sol nasce todos os dias...
O Sol põem-se todos os dias...
Quais os dias em que temos à nossa frente uma luz muito maior?
Poucos muito poucos... alguns nem deles se apercebem!...
Que feliz me sinto...
Que felicidade a minha... encontrei a Luz... a luz que bate o Sol a léguas...
Aquela que brilha mais forte e mais limpa...
Aquela que ilumina quem passa mas alimenta quem fica...
Aquela que cria a sombra e ao mesmo tempo a faz desaparecer...
Oh... luz vem tirar-me a sombra da frente...
Ilumina-me de todos os ângulos...
Faz-me brilhar iluminado por ti...

Ilumina-me...


O Sol nasce todos os dias...
O Sol põem-se todos os dias...
Quais os dias em que temos à nossa frente uma luz muito maior?
Poucos muito poucos... alguns nem deles se apercebem!...
Que feliz me sinto...
Que felicidade a minha... encontrei a Luz... a luz que bate o Sol a léguas...
Aquela que brilha mais forte e mais limpa...
Aquela que ilumina quem passa mas alimenta quem fica...
Aquela que cria a sombra e ao mesmo tempo a faz desaparecer...
Oh... luz vem tirar-me a sombra da frente...
Ilumina-me de todos os ângulos...
Faz-me brilhar iluminado por ti...

domingo, 7 de junho de 2009

Tu és a razão...


Tu és a razão...

... para que consiga mergulhar no mais profundo de mim...
ultrapassando o meu fôlego e a minha resistência...
e de lá voltar a emergir regenerado e reforçado...

Tu és a razão...

... de na vida buscar este bem querer e bem viver...
de não ter medo da diferença e de ser diferente...

Tu és a razão...

... o alfa e o omega da minha felicidade...
o olimpo da minha realização pessoal enquanto humano...

Tu és a razão...

... que me faz desligar a razão...
ouvir a voz do coração...
e erguer o corpo outrora inerte do próprio chão!...

Tu és a razão...

... para a ti dedicar estas linhas que escrevo...
para querer vencer todas as barreiras espaciais...
para saber o que da vida realmente quero!...

Tu és a razão...

... que leva a que mesmo no meio de um grande apagão...
consiga ver a luz que sempre brilha e brilhou cá dentro!...

Tu! e só mesmo tu...

... és a razão pela qual vale "lutar" ...
e todos os dragões da vida enfrentar...
pois sei que apenas em ti posso encontrar...
aquela a quem muitos chamam a felicidade difícil de experimentar!...

Tu és a razão...


Tu és a razão...

... para que consiga mergulhar no mais profundo de mim...
ultrapassando o meu fôlego e a minha resistência...
e de lá voltar a emergir regenerado e reforçado...

Tu és a razão...

... de na vida buscar este bem querer e bem viver...
de não ter medo da diferença e de ser diferente...

Tu és a razão...

... o alfa e o omega da minha felicidade...
o olimpo da minha realização pessoal enquanto humano...

Tu és a razão...

... que me faz desligar a razão...
ouvir a voz do coração...
e erguer o corpo outrora inerte do próprio chão!...

Tu és a razão...

... para a ti dedicar estas linhas que escrevo...
para querer vencer todas as barreiras espaciais...
para saber o que da vida realmente quero!...

Tu és a razão...

... que leva a que mesmo no meio de um grande apagão...
consiga ver a luz que sempre brilha e brilhou cá dentro!...

Tu! e só mesmo tu...

... és a razão pela qual vale "lutar" ...
e todos os dragões da vida enfrentar...
pois sei que apenas em ti posso encontrar...
aquela a quem muitos chamam a felicidade difícil de experimentar!...

sexta-feira, 5 de junho de 2009

O vento...


O vento sacode tudo por onde passa...
Os pequenos arbustos quase quebram...
As grandes árvores vacilam e abanam...
Tamanho o seu poder... grandioso a sua força...
A sua intensidade vai imperar...
Nos pequenos arbustos... e nas grandes árvores...
Quando abanadas as majestosas árvores cedem...
Perdem do seu ser aquilo que não está bem seguro...
Deixam cair aquilo que não precisam...
E o vento continua na sua sinfonia...
Entre cada folha e cada ramo parece ganhar ainda mais poder...
O poder que procura fazer imperar como força da Natureza.
A brisa contrasta... é suave, doce, leve... melodiosa...
Agita os cabelos ao vento...
Acaricia a pequena vegetação em leves murmúrios...
Faz cócegas nos portes imperiosos das grandes e sólidas árvores...
Ganha o seu poder e força na subtileza e leveza de gestos...
Nas doces e meigas palavras que sussurra por onde passa...
Adquirindo o seu poder entre as forças da grande Natureza.
Temos dois ventos... como força de agir diferentes...
Temos dois ventos de origem igual e manifestações diferentes...
Temos dois ventos... ou teremos apenas um vento?!...

O vento que atira poeira para os olhos...
O vento que trás as cartas e lembranças de um amor...
O vento que sopra nas velas da mudança...
O vento que atiça as fogueiras mas nunca apaga o verdadeiro fogo...
O vento... ai o vento!
Imperioso e majestoso...
Confidente e mensageiro...
Ai vento! leva de mim o que não preciso...
Sopra ao meu ouvido palavras doces...
Leva mimos e carinhos a quem te peço que os entregues...
Oh vento... agita-me... sacode-me...
Faz-me livrar de tudo... e leva para longe aquilo que em nada falta faz...
E trás para mim o que tanto desejo!
Vento, vento, vento... sê o meu aliado... e o meu porto de abrigo!