sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Verde...


Abro os olhos pela manhã...
A luz do sol entra no meu quarto...
Ergo a cabeça... arrasto o corpo para fora da cama...
O olhar sai para lá do quarto...
Perde-se no horizonte...
O verde forte da paisagem prende-me...
Abro a janela... inspiro a pureza do oxigénio livre...
Ai o verde... diferentes tons consoante a folhagem...
O verde dito como sinónimo de esperança...
Diz a música da canção...
Olhos verdes são traição...
Cruéis como punhais...
Mas como pode uma cor que nos enche o peito...
Um cor que nos alegra e inspira...
Fazer algum tão rude...
O verde é o pulmão do planeta...
Verde é vida...
Por isso nesta mistura de cores que é a minha vida...
Tu és o verde!
És a minha vida... a minha esperança...
O meu pulmão... a minha inspiração...
Sim és mesmo tudo isso... e muito mais!...

3 comentários:

António Luís disse...

Esta paisagem, verde, é AQUI da Madeira de onde te envio um abraço.
Até breve!
IB

Caroteno disse...

Sempre atento caro amigo... espero que esteja a correr tudo bem aí pela Madeira...

Um abraço.

Ailime disse...

Lindo o seu poema sobre o verde imenso que inunda a grandiosa natureza, dadiva maravilhosa do Criador!
Este verde que nos transmite serenidade e paz e esperança num futuro mais alegre e menos sombrio.
Um beijinho.