terça-feira, 13 de outubro de 2009

Asas...


As asas servem para poder voar...
As asas podem sempre ajudar a proteger...
As asas levam-me para do sonhar...
As asas fazem-me poder ver...

Das asas tirei uma pequena pena...
Uma pena para te poder escrever...
A pena caiu ao chão...
Com pena de te não ver...

As asas servem para poder combater...
Afastar tudo o que nos tenta separar...
Isolar tudo o que nos impede de sonhar...
Evaporar tudo e apenas ficar o muito amar!...

As asas que me ofereceste...
Mais belo presente não pode haver...
As asas com que me acolheste...
Maior aconchego é impossível de ter...

Nas tuas asas me deito...
Nas tuas asas me levas a voar...
As tuas asas me protegem...
As tuas asas me fazem viver!...

2 comentários:

António Luís disse...

Independentemente das asas, aquelas que fazem os aviões 8de que tanto gosto) e as aves voar, a tua veia poética continua em voo livre, com rumo claro e pista de aterragem larga como as coisas que te vão na alma e no coração!
Voar nunca é de mais!

Mesmo longe, venho cá sempre!

Abraço.
IB

Caroteno disse...

É com enorme apreço que registo as tuas visitas caro amigo.
É verdade... as asas levam-nos mais longe... mais alto...

Espero que tudo corra bem contigo nessa nova aventura!

Um abraço
Caroteno