domingo, 8 de novembro de 2009

A viver...



Não há tempo que chegue para nós...
Não há espaço que nos possa limitar...
Que sentimento é este que sinto em mim...
Por vezes no silêncio da noite escura...
Fico a imaginar-nos...
Nós dois bem juntos a observar aquele brilhante luar...
Fecho os olhos e vivo a sonhar acordado...
Consigo ver o antes....
Sentir o agora...
E de forma ainda mais clara vejo o depois...
Sinto a miopia que não me deixava ver a desaparecer...
Vejo o presente tão brilhante e sorridente...
Sinto o futuro em ti... tão sorridente e feliz...
Como é que sinto?
Como posso sentir?
Não sei... não procuro explicações...
Quero apenas vivê-lo...
Viver sentindo...
E sentindo que estou a viver!...

1 comentário:

António Luís disse...

Ora aí está um poema com o seu quê de metafísico...
Há coisas que são só para sentir e cuja explicação, ou não existe, ou existindo, não se busca porque faz perder o sentido "mágico" de certas interrogações!

Abraço,
IB