sábado, 8 de dezembro de 2012

Passos...



Um passo em frente
Um gesto de confiança
Numa rota diferente
Passos dados devagar
Com alegria e esperança
Assim é o meu andar

Por muito que seja difícil
Sei que estou a conseguir
A vida foi comigo dócil
E por isso vou aproveitar
Olhar em frente e sorrir
E para trás jamais voltar.

Mais um passo que foi dado
Nesta imensa e extensa viagem
Passo seguro e equilibrado
Não por ter medo de cair
Mas para não fazer viragem
De volta para onde estava a partir.

Passos...



Um passo em frente
Um gesto de confiança
Numa rota diferente
Passos dados devagar
Com alegria e esperança
Assim é o meu andar

Por muito que seja difícil
Sei que estou a conseguir
A vida foi comigo dócil
E por isso vou aproveitar
Olhar em frente e sorrir
E para trás jamais voltar.

Mais um passo que foi dado
Nesta imensa e extensa viagem
Passo seguro e equilibrado
Não por ter medo de cair
Mas para não fazer viragem
De volta para onde estava a partir.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Memórias...




Eu sou feito de memórias
Memórias do que fui e sou
São baratas e belas histórias
Os sonhos que me alimentam
Que mostram tudo o que passou
Combatem os medos que se apresentam

Eu sou feito de memórias
Lições que me mostram a vida
Umas verdadeiras outras ilusórias
Cada uma com seu valor e significado
À sua maneira e fortemente sentida
Mostram parte do que foi passado

Eu sou feito de memórias
Que me sustem a respiração
Alimentam-me as euforias
São elas que me fazem sonhar
Em busca de uma paixão
Que me coloque no céu a voar!

Memórias...




Eu sou feito de memórias
Memórias do que fui e sou
São baratas e belas histórias
Os sonhos que me alimentam
Que mostram tudo o que passou
Combatem os medos que se apresentam

Eu sou feito de memórias
Lições que me mostram a vida
Umas verdadeiras outras ilusórias
Cada uma com seu valor e significado
À sua maneira e fortemente sentida
Mostram parte do que foi passado

Eu sou feito de memórias
Que me sustem a respiração
Alimentam-me as euforias
São elas que me fazem sonhar
Em busca de uma paixão
Que me coloque no céu a voar!

sábado, 1 de dezembro de 2012

Abraça-me...



Abraça-me com os olhos teus
Incendeia os meus sentidos
Toca todos os poros meus
Provoca em mim sensações
Recuperemos tempos perdidos
Libertemos as puras emoções.

Abraça-me e vem sentir o meu corpo
Deixa-me desvendar os teus sonhos
Partilhar contigo profundos momentos
Dar a liberdade aos intensos sentimentos

Abraça-me com os teus lábios
Vem humedecer a minha boca
Nunca descrito pelos mais sábios
O pulsante e eterno pecado
Que é poder deixar-te louca
Quando o teu coração é tocado.


Abraça-me e vem sentir o meu corpo
Deixa-me desvendar os teus sonhos
Partilhar contigo profundos momentos
Dar a liberdade aos intensos sentimentos

Abraça-me com os teus braços
Vem envolver-me docemente
Tu sabes o mais forte dos feitiços
Que faz o meu ser voar e sonhar
Senti o pulsar quente e intensamente
O teu corpo desejar para amar


Abraça-me e vem sentir o meu corpo
Deixa-me desvendar os teus sonhos
Partilhar contigo profundos momentos
Dar a liberdade aos intensos sentimentos

Abraça-me com todo o teu ser
Vem comigo viajar e desejar
Os nossos corpos apenas um fazer
Numa dança plena de frenesim
Vamos sentir nossos corpos suar
Numa entrega poderosa e sem fim!... 



Abraça-me...



Abraça-me com os olhos teus
Incendeia os meus sentidos
Toca todos os poros meus
Provoca em mim sensações
Recuperemos tempos perdidos
Libertemos as puras emoções.

Abraça-me e vem sentir o meu corpo
Deixa-me desvendar os teus sonhos
Partilhar contigo profundos momentos
Dar a liberdade aos intensos sentimentos

Abraça-me com os teus lábios
Vem humedecer a minha boca
Nunca descrito pelos mais sábios
O pulsante e eterno pecado
Que é poder deixar-te louca
Quando o teu coração é tocado.


Abraça-me e vem sentir o meu corpo
Deixa-me desvendar os teus sonhos
Partilhar contigo profundos momentos
Dar a liberdade aos intensos sentimentos

Abraça-me com os teus braços
Vem envolver-me docemente
Tu sabes o mais forte dos feitiços
Que faz o meu ser voar e sonhar
Senti o pulsar quente e intensamente
O teu corpo desejar para amar


Abraça-me e vem sentir o meu corpo
Deixa-me desvendar os teus sonhos
Partilhar contigo profundos momentos
Dar a liberdade aos intensos sentimentos

Abraça-me com todo o teu ser
Vem comigo viajar e desejar
Os nossos corpos apenas um fazer
Numa dança plena de frenesim
Vamos sentir nossos corpos suar
Numa entrega poderosa e sem fim!... 



quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Coisas I




Ser feliz não é ter uma vida isenta
Sem sentir a dor de perdas e frustrações
É ser alegre, mesmo se ainda vier a chorar
É sorrir mesmo que por dentro sintas as lágrimas cair
É viver intensamente, estejas onde estiveres
Sabendo que nada ficou por provar e viver
É nunca deixar de sonhar, mesmo quando se tem pesadelos
Acreditar que os sonhos são os guias da nossa vida
As portas à espera de serem transpostas
É dialogar consigo mesmo, nunca perder a lucidez
Mesmo que se fique sozinho uma e outra vez
É sempre ser jovem, mesmo que os cabelos fiquem brancos
É ter histórias para contar sobre sucessos e desventuras
É transformar erros em lições de vida
Aprender a levantar cada vez que cair
Ser feliz é sentir o sabor da água
Sentir a frescura de uma brisa a tocar o rosto
É sentir o cheiro da terra molhada
É viver as grandes emoções trazidas pelas pequenas coisas
É rir das próprias tolices e brincadeiras
É não desistir de quem se ama, mesmo se houver decepções
É ter amigos para pedir consolo e dividir alegrias
É saber que ser feliz está dentro de nós e não nos outros
Aceitar a nossa felicidade e vivê-la apaixonadamente
E perceber o quanto é fácil e simples ser feliz...

Coisas I




Ser feliz não é ter uma vida isenta
Sem sentir a dor de perdas e frustrações
É ser alegre, mesmo se ainda vier a chorar
É sorrir mesmo que por dentro sintas as lágrimas cair
É viver intensamente, estejas onde estiveres
Sabendo que nada ficou por provar e viver
É nunca deixar de sonhar, mesmo quando se tem pesadelos
Acreditar que os sonhos são os guias da nossa vida
As portas à espera de serem transpostas
É dialogar consigo mesmo, nunca perder a lucidez
Mesmo que se fique sozinho uma e outra vez
É sempre ser jovem, mesmo que os cabelos fiquem brancos
É ter histórias para contar sobre sucessos e desventuras
É transformar erros em lições de vida
Aprender a levantar cada vez que cair
Ser feliz é sentir o sabor da água
Sentir a frescura de uma brisa a tocar o rosto
É sentir o cheiro da terra molhada
É viver as grandes emoções trazidas pelas pequenas coisas
É rir das próprias tolices e brincadeiras
É não desistir de quem se ama, mesmo se houver decepções
É ter amigos para pedir consolo e dividir alegrias
É saber que ser feliz está dentro de nós e não nos outros
Aceitar a nossa felicidade e vivê-la apaixonadamente
E perceber o quanto é fácil e simples ser feliz...

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Sentado...




Durante muito tempo estive sentado no passado
Com palavras que não podia esquecer
Com certezas que em tempos tive
Com as memórias do meu coração!
Sentado no passado
Cansei-me de procurar motivos
De ser perseguido por sombras discretas
Hoje sento-me no presente
Olho as estrelas no alto céu
Vivo livre das memórias
E liberto de todas as histórias
Sentado no presente 
Procuro a doçura e presença do olhar
Construindo palavras novas
Agrupando-as em textos diferentes
Cansei-me de sentar
E de esperar sentado
Cansei-me de pensar
Em tudo o que já era passado
Preciso sim de te abraçar!
Sentir-me no teu olhar
Absorver o teu perfume na minha pele
Ter-te junto a mim e ao meu lado
Sentir os meus olhos brilharem
A minha esperança e sorriso crescerem
E de forma natural o coração acelerar

Sentado...




Durante muito tempo estive sentado no passado
Com palavras que não podia esquecer
Com certezas que em tempos tive
Com as memórias do meu coração!
Sentado no passado
Cansei-me de procurar motivos
De ser perseguido por sombras discretas
Hoje sento-me no presente
Olho as estrelas no alto céu
Vivo livre das memórias
E liberto de todas as histórias
Sentado no presente 
Procuro a doçura e presença do olhar
Construindo palavras novas
Agrupando-as em textos diferentes
Cansei-me de sentar
E de esperar sentado
Cansei-me de pensar
Em tudo o que já era passado
Preciso sim de te abraçar!
Sentir-me no teu olhar
Absorver o teu perfume na minha pele
Ter-te junto a mim e ao meu lado
Sentir os meus olhos brilharem
A minha esperança e sorriso crescerem
E de forma natural o coração acelerar

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Diferente...



Quando os teus olhos me tocaram
Indescritível aquilo que neles vi
Os ponteiros do relógio pararam
Dei conta de ti em mim a entrar
Um turbilhão de sentimentos senti
Capazes de me fazer despertar

Sou um rapaz honrado
Que gosta de sorrir
Quer muito ser amado
E a vida voltar a sentir

Quando os teus olhos me tocaram
Não sei se tiveste o mesmo sentir
Todos os lugares se esvaziaram 
E o mundo completo ficou só nosso
Olhei em redor e dei por mim a sorrir
Ao mesmo tempo disse: eu posso!

Escrevo aqui sentado
Bem perto do mar
Ajuda a estar concentrado
E o tempo a passar

Quando os teus olhos me tocaram
Neles quis de imediato mergulhar
Ao mesmo tempo que se afastaram
Para depois de novo se reunirem
Quero as tuas mãos poder tocar
Não deixar os teus olhos partirem


Diferente...



Quando os teus olhos me tocaram
Indescritível aquilo que neles vi
Os ponteiros do relógio pararam
Dei conta de ti em mim a entrar
Um turbilhão de sentimentos senti
Capazes de me fazer despertar

Sou um rapaz honrado
Que gosta de sorrir
Quer muito ser amado
E a vida voltar a sentir

Quando os teus olhos me tocaram
Não sei se tiveste o mesmo sentir
Todos os lugares se esvaziaram 
E o mundo completo ficou só nosso
Olhei em redor e dei por mim a sorrir
Ao mesmo tempo disse: eu posso!

Escrevo aqui sentado
Bem perto do mar
Ajuda a estar concentrado
E o tempo a passar

Quando os teus olhos me tocaram
Neles quis de imediato mergulhar
Ao mesmo tempo que se afastaram
Para depois de novo se reunirem
Quero as tuas mãos poder tocar
Não deixar os teus olhos partirem


quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Brilhar...



O sol há-de sempre brilhar
A chuva vai continuar a cair
O amigo não te irá abandonar
O rio para o mar vai correr
A estrada a viagem irá seguir
A alegria vou continuar a viver

Quando minha esperança vacilar
Quero me unir àquela perfeita luz
Que todas as noites no céu a brilhar
Me encanta na escuridão e me seduz

Um amigo um verdadeiro tesouro
Um abraço um gesto puro e natural
Um olhar mais precioso que o ouro
Na riqueza da vida quero te encontrar
Banhar-me no teu corpo e no teu sal
Em ti me perder e por fim brilhar

Brilhar...



O sol há-de sempre brilhar
A chuva vai continuar a cair
O amigo não te irá abandonar
O rio para o mar vai correr
A estrada a viagem irá seguir
A alegria vou continuar a viver

Quando minha esperança vacilar
Quero me unir àquela perfeita luz
Que todas as noites no céu a brilhar
Me encanta na escuridão e me seduz

Um amigo um verdadeiro tesouro
Um abraço um gesto puro e natural
Um olhar mais precioso que o ouro
Na riqueza da vida quero te encontrar
Banhar-me no teu corpo e no teu sal
Em ti me perder e por fim brilhar

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Partiste...



Decidiste enfim partir
Sem adeus foste embora
Não quiseste me ouvir
Sem palavra te fechaste
Talvez já fosse mesmo hora
Terminar o que começaste

Não tive o último adeus
Pensei que iria chorar
Estão secos os olhos meus
O que posso eu fazer?!
Erguer os olhos e sonhar
Recuperar todo o meu viver

Solto agora a tua mão
Vendo-te para longe voar
Tempo de ouvir o coração
Forte, intenso no seu bater
Disponível para poder amar
E na vida voltar a me erguer

Não lamento a saudade
Tudo foi vivido intensamente
Tanto a alegria e a felicidade
Como a dor e o sofrimento
De novo serei transparente
Saboreando o prazer do momento.

Partiste...



Decidiste enfim partir
Sem adeus foste embora
Não quiseste me ouvir
Sem palavra te fechaste
Talvez já fosse mesmo hora
Terminar o que começaste

Não tive o último adeus
Pensei que iria chorar
Estão secos os olhos meus
O que posso eu fazer?!
Erguer os olhos e sonhar
Recuperar todo o meu viver

Solto agora a tua mão
Vendo-te para longe voar
Tempo de ouvir o coração
Forte, intenso no seu bater
Disponível para poder amar
E na vida voltar a me erguer

Não lamento a saudade
Tudo foi vivido intensamente
Tanto a alegria e a felicidade
Como a dor e o sofrimento
De novo serei transparente
Saboreando o prazer do momento.

sábado, 17 de novembro de 2012

Olhar...




Senti o teu imenso olhar
Invadindo meu íntegro ser
Aos poucos a conquistar
O direito a não te esquecer!

Quando o teu olhar me procura
Sinto a minha alma conquistar
Desce no silêncio a noite escura
Meu corpo de ti não quer partir
Nele sonho por fim mergulhar
Ir mais fundo no teu pleno sentir

Invades sem receio o meu ser
Nele reconheces integridade
Inda que possas não o conhecer
Nada temes para te afastar
Avanças em caminhos de verdade
E o meu coração vais conquistar

Na tua conquista vais avançando
Qual será o teu objectivo final
Mesmo que o tempo vá passando
Nada em ti me querer recuar
Sem que és livre de qualquer mal
E em paz enfim quero repousar

Se um dia te puder enfim conhecer
À minha vida trouxeste outra cor
Sei que jamais te irei esquecer
Quero o dia certo para agarrar
Sem receios, reservas ou pudor
O livre direito de te poder amar

Se um dia eu fosse o teu olhar
Como tu conquistaste o meu
Tudo o que posso agora desejar
É não ter que te ver de mim partir
Sabes que o meu coração é teu
Sem que o tivesses que pedir

Olhar...




Senti o teu imenso olhar
Invadindo meu íntegro ser
Aos poucos a conquistar
O direito a não te esquecer!

Quando o teu olhar me procura
Sinto a minha alma conquistar
Desce no silêncio a noite escura
Meu corpo de ti não quer partir
Nele sonho por fim mergulhar
Ir mais fundo no teu pleno sentir

Invades sem receio o meu ser
Nele reconheces integridade
Inda que possas não o conhecer
Nada temes para te afastar
Avanças em caminhos de verdade
E o meu coração vais conquistar

Na tua conquista vais avançando
Qual será o teu objectivo final
Mesmo que o tempo vá passando
Nada em ti me querer recuar
Sem que és livre de qualquer mal
E em paz enfim quero repousar

Se um dia te puder enfim conhecer
À minha vida trouxeste outra cor
Sei que jamais te irei esquecer
Quero o dia certo para agarrar
Sem receios, reservas ou pudor
O livre direito de te poder amar

Se um dia eu fosse o teu olhar
Como tu conquistaste o meu
Tudo o que posso agora desejar
É não ter que te ver de mim partir
Sabes que o meu coração é teu
Sem que o tivesses que pedir

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Renascer...




Obrigado!

Por mais esta oportunidade
De renascer para nova vida
Abraçar de novo a felicidade
Recuperar a esperança perdida

Tenho pressa do teu perdão
Quero dar alegrias à nova vida
Ouvir muito mais o meu coração
Dar voz à esperança esquecida

Modificar, renascer o meu jeito de ser
Agradecer ao sol que aquece a terra
Esperar ansioso o novo alvorecer
Visualizando a luz por trás da serra

Tomar banho na chuva perfumada
Beijar a água cristalina a brilhar
Nas pétalas da roseira aveludada
Deitar na relva fresquinha e sonhar

Renascer...




Obrigado!

Por mais esta oportunidade
De renascer para nova vida
Abraçar de novo a felicidade
Recuperar a esperança perdida

Tenho pressa do teu perdão
Quero dar alegrias à nova vida
Ouvir muito mais o meu coração
Dar voz à esperança esquecida

Modificar, renascer o meu jeito de ser
Agradecer ao sol que aquece a terra
Esperar ansioso o novo alvorecer
Visualizando a luz por trás da serra

Tomar banho na chuva perfumada
Beijar a água cristalina a brilhar
Nas pétalas da roseira aveludada
Deitar na relva fresquinha e sonhar

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Mistério...



Tanto do meu ser viveu incerto
Que vivi o ardor tremendo de frio
Refugiei-me na gruta do mistério
Querendo o mundo todo por perto

E tudo quanto sinto, um desacerto
Da alma um fogo sai, arde sem se ver
Agora espero, agora quero viver
O teu corpo num abraço, num aperto

Estando em terra, o céu quero tocar
Numa hora quero todo o momento
Que num segundo não posso encontrar

Se junto a mim alguém vier perguntar
Respondo que não sei, mas suspeito
Que seja porque vos vi, por vos amar

Mistério...



Tanto do meu ser viveu incerto
Que vivi o ardor tremendo de frio
Refugiei-me na gruta do mistério
Querendo o mundo todo por perto

E tudo quanto sinto, um desacerto
Da alma um fogo sai, arde sem se ver
Agora espero, agora quero viver
O teu corpo num abraço, num aperto

Estando em terra, o céu quero tocar
Numa hora quero todo o momento
Que num segundo não posso encontrar

Se junto a mim alguém vier perguntar
Respondo que não sei, mas suspeito
Que seja porque vos vi, por vos amar

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Sol...



Por mim o sol passou
Na linha do horizonte
Por fim o dia terminou
Neste banco sentado
O mar frente a frente
Pensamento elaborado.

Da luz para a escuridão
Da direita para a esquerda
O desejo na minha mão
Deste momento registar
A alegria poderosa sentida
Tinha a bateria que acabar.

Toca a música no ouvido
Embalando o meu coração
Pelo mar o areal é comido
Num momento de tranquilidade
Em que sinto os pés no chão
E de ti sinto imensa saudade.

Agora paro neste momento
Interiorizo as tuas palavras
Sinto todo o seu sentimento
Sei que tens muita razão
E que é nelas que te mostras
Apenas posso pedir perdão.

Posso até não o merecer
Mas tenho que o pedir
Que mais poderei fazer
Se não te deixar pensar
Ouvindo no coração o sentir
De te querer de novo abraçar.

Sol...



Por mim o sol passou
Na linha do horizonte
Por fim o dia terminou
Neste banco sentado
O mar frente a frente
Pensamento elaborado.

Da luz para a escuridão
Da direita para a esquerda
O desejo na minha mão
Deste momento registar
A alegria poderosa sentida
Tinha a bateria que acabar.

Toca a música no ouvido
Embalando o meu coração
Pelo mar o areal é comido
Num momento de tranquilidade
Em que sinto os pés no chão
E de ti sinto imensa saudade.

Agora paro neste momento
Interiorizo as tuas palavras
Sinto todo o seu sentimento
Sei que tens muita razão
E que é nelas que te mostras
Apenas posso pedir perdão.

Posso até não o merecer
Mas tenho que o pedir
Que mais poderei fazer
Se não te deixar pensar
Ouvindo no coração o sentir
De te querer de novo abraçar.

domingo, 11 de novembro de 2012

Sonhos...



Sonho na vida encontrado
Pura e intensamente vivido
Na noite foi alcançado
Uma meta muito desejada
Um objetivo enfim atingido
Sombra finalmente apagada.

Que lindo finalmente sonhar
Fechar os olhos e adormecer
Não querer na noite acordar
Querer continuar a sorrir
Depois de a manhã chamar
E de casa por fim partir.

Sonho na alegria conquistado
Mesmo após muito sofrer
Livre das feridas já curado
Enfim sinto o meu coração
No meu peito forte a bater
Tenho o mundo na minha mão.

Sonho no olhar espelhado
Num brilho puro e cristalino
Na alma um dia adormecido
Sonho que dou a conhecer
Não ao som de um violino
Mas neste simples escrever.

Sonho como todos o fazem
Quero os sonhos colecionar
E que todos hoje se realizem
Sem medos de um passado
Do qual me quero distanciar
Num passo bem apressado.

Sonho com amor e felicidade
Quero com os amigos partilhar
Dar luz e brilho à nossa amizade
Sonho com amor e muita paixão
E intensamente contigo vivenciar
Cada batida forte do meu coração.

Sonhos...



Sonho na vida encontrado
Pura e intensamente vivido
Na noite foi alcançado
Uma meta muito desejada
Um objetivo enfim atingido
Sombra finalmente apagada.

Que lindo finalmente sonhar
Fechar os olhos e adormecer
Não querer na noite acordar
Querer continuar a sorrir
Depois de a manhã chamar
E de casa por fim partir.

Sonho na alegria conquistado
Mesmo após muito sofrer
Livre das feridas já curado
Enfim sinto o meu coração
No meu peito forte a bater
Tenho o mundo na minha mão.

Sonho no olhar espelhado
Num brilho puro e cristalino
Na alma um dia adormecido
Sonho que dou a conhecer
Não ao som de um violino
Mas neste simples escrever.

Sonho como todos o fazem
Quero os sonhos colecionar
E que todos hoje se realizem
Sem medos de um passado
Do qual me quero distanciar
Num passo bem apressado.

Sonho com amor e felicidade
Quero com os amigos partilhar
Dar luz e brilho à nossa amizade
Sonho com amor e muita paixão
E intensamente contigo vivenciar
Cada batida forte do meu coração.

sábado, 10 de novembro de 2012

Destino...



Se um dia enfim voasse
Nos céus de Arganil
Sem que o medo tocasse
A alegria de poder sonhar
Num dia alegre de Abril
Em que o sol toca o mar

Que luz esta do destino
Que um dia me fez viajar
Por território quase argelino
Onde o céu toca o mar
Leve como um bailarino
Que se ergue no alto ar

Se um pobre trabalhador
Quisesse o dia a dia viver
Deixaria de ser sonhador
E as trouxas iria reunir
Para que um dia qualquer
Se fizesse à estrada e partir

Que luz esta do destino
Que um dia me fez viajar
Por território quase argelino
Onde o céu toca o mar
Leve como um bailarino
Que se ergue no alto ar

Se o mar trás a saudade
Da memória marinheiro
Num mar de felicidade
Do mais profundo amar
Entre todos o primeiro
A bem alto fazer voar


Destino...



Se um dia enfim voasse
Nos céus de Arganil
Sem que o medo tocasse
A alegria de poder sonhar
Num dia alegre de Abril
Em que o sol toca o mar

Que luz esta do destino
Que um dia me fez viajar
Por território quase argelino
Onde o céu toca o mar
Leve como um bailarino
Que se ergue no alto ar

Se um pobre trabalhador
Quisesse o dia a dia viver
Deixaria de ser sonhador
E as trouxas iria reunir
Para que um dia qualquer
Se fizesse à estrada e partir

Que luz esta do destino
Que um dia me fez viajar
Por território quase argelino
Onde o céu toca o mar
Leve como um bailarino
Que se ergue no alto ar

Se o mar trás a saudade
Da memória marinheiro
Num mar de felicidade
Do mais profundo amar
Entre todos o primeiro
A bem alto fazer voar


quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Sombras...




Na sombra do teu olhar,
o meu ser vou esconder.
Capaz de no alto voar,
e de as asas estender.

O sol na tarde quente a brilhar
Um corpo que projeta a luz
Adormecido nas ondas do mar
O astro rei que no alto me seduz.
Sinto o desejo em mim a crescer
Nestas palavras me vou banhar
Solto as rédeas do meu escrever
Na sombra intensa do teu olhar.

Quero caminho que me faça fugir
De tudo o que não me deixa ver
O que me impede de poder sentir
Nova paixão desde o amanhecer.
Sigo o rumo das portas que abrir
Em direção aos sonhos alcançar
Capaz de por vezes poder cair
Mas mais forte me irei levantar.

Sombras...




Na sombra do teu olhar,
o meu ser vou esconder.
Capaz de no alto voar,
e de as asas estender.

O sol na tarde quente a brilhar
Um corpo que projeta a luz
Adormecido nas ondas do mar
O astro rei que no alto me seduz.
Sinto o desejo em mim a crescer
Nestas palavras me vou banhar
Solto as rédeas do meu escrever
Na sombra intensa do teu olhar.

Quero caminho que me faça fugir
De tudo o que não me deixa ver
O que me impede de poder sentir
Nova paixão desde o amanhecer.
Sigo o rumo das portas que abrir
Em direção aos sonhos alcançar
Capaz de por vezes poder cair
Mas mais forte me irei levantar.

Impossível...



Impossível pensar sequer em fechar-te, tu nasceste de um sonho, nasceste de uma partilha, és e sempre serás o meu refúgio, a minha cidade, o meu espelho de alma!
Não voltarei a deixar-te na escuridão, desculpa-me por isso! tu és a minha porta para um lugar melhor!
Somos um do outro e assim ficaremos para sempre... até que a morte nos separe!

Impossível...



Impossível pensar sequer em fechar-te, tu nasceste de um sonho, nasceste de uma partilha, és e sempre serás o meu refúgio, a minha cidade, o meu espelho de alma!
Não voltarei a deixar-te na escuridão, desculpa-me por isso! tu és a minha porta para um lugar melhor!
Somos um do outro e assim ficaremos para sempre... até que a morte nos separe!

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Pesadelo...



Corto esta amarra do pensamento...
Agarro a ponta por um breve momento...
Não sentindo o mesmo sentimento...
Libertei impedindo o agravar do tormento...
Corto esta amarra da memória...
Solto a ponta dessa velha história...
Libertando tantos momentos de glória...
Onde assino de plena e intensa autoria...
Corto esta amarra da louca paixão...
Respeitando a vontade do coração...
Esquecendo de vez a compaixão...
Para que não acabe num caixão!...
Corto esta amarra de muita alegria...
Agarro a ponta desta vida de fantasia...
Mas canso-me da incerteza da lotaria...
E por isso liberto essa ponta com mestria...
Corto esta amarra do pesadelo...
Como quem corta a ponta do seu cabelo...
Liberto assim a ponta deste novelo...
Sem que para tal precise de um cutelo...

Pesadelo...



Corto esta amarra do pensamento...
Agarro a ponta por um breve momento...
Não sentindo o mesmo sentimento...
Libertei impedindo o agravar do tormento...
Corto esta amarra da memória...
Solto a ponta dessa velha história...
Libertando tantos momentos de glória...
Onde assino de plena e intensa autoria...
Corto esta amarra da louca paixão...
Respeitando a vontade do coração...
Esquecendo de vez a compaixão...
Para que não acabe num caixão!...
Corto esta amarra de muita alegria...
Agarro a ponta desta vida de fantasia...
Mas canso-me da incerteza da lotaria...
E por isso liberto essa ponta com mestria...
Corto esta amarra do pesadelo...
Como quem corta a ponta do seu cabelo...
Liberto assim a ponta deste novelo...
Sem que para tal precise de um cutelo...

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Viver...



Viver é entrar em cena a cada momento...
É não ter medo de enfrentar a memória...
Não negar sentir qualquer sentimento...
Fazê-lo protagonista da nossa própria história...
É dirigir e unir o sentido da nossa emoção...
É viver cada dia como uma nova vitória...
Abraçar o bater do nosso coração...
Viver é não deixar fugir nada da mão...
Aceitar que nada acontece por acaso...
Sentir a vida em cada palmo de chão...
Sem pressas ou medo de qualquer atraso...
Viver é estar em sintonia comigo...
É trazer a beleza de dentro para fora...
Acreditar que o sonho não começa contigo...
Ele começa a cada instante, pode ser agora...
Viver é acreditar que o sonho comanda a vida...
Nunca desistir e encarar o horizonte sorrindo...
É fazer do fim sempre um ponto de partida...


Sentir que a vida está agora apenas começando...

Viver...



Viver é entrar em cena a cada momento...
É não ter medo de enfrentar a memória...
Não negar sentir qualquer sentimento...
Fazê-lo protagonista da nossa própria história...
É dirigir e unir o sentido da nossa emoção...
É viver cada dia como uma nova vitória...
Abraçar o bater do nosso coração...
Viver é não deixar fugir nada da mão...
Aceitar que nada acontece por acaso...
Sentir a vida em cada palmo de chão...
Sem pressas ou medo de qualquer atraso...
Viver é estar em sintonia comigo...
É trazer a beleza de dentro para fora...
Acreditar que o sonho não começa contigo...
Ele começa a cada instante, pode ser agora...
Viver é acreditar que o sonho comanda a vida...
Nunca desistir e encarar o horizonte sorrindo...
É fazer do fim sempre um ponto de partida...


Sentir que a vida está agora apenas começando...

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Sonhei...



Hoje sonhei contigo...
Acordei durante noite...
Não te senti comigo...
Nem no sonho aceite...
Um sonho, talvez um sinal...
Como pode ser interpretado...
Saber que algo correu mal...
Deixar o sonho assim terminado...
Sonhei contigo esta noite...
Um sonho em tudo diferente...
Onde apenas o silêncio reinou...
Isto enquanto o sonho durou...
Em tempos sonhei acordado...
Sentindo-te sempre a meu lado...
Hoje o sonho em tudo mudou...
Pois foi um sonho que me acordou!...

Sonhei...



Hoje sonhei contigo...
Acordei durante noite...
Não te senti comigo...
Nem no sonho aceite...
Um sonho, talvez um sinal...
Como pode ser interpretado...
Saber que algo correu mal...
Deixar o sonho assim terminado...
Sonhei contigo esta noite...
Um sonho em tudo diferente...
Onde apenas o silêncio reinou...
Isto enquanto o sonho durou...
Em tempos sonhei acordado...
Sentindo-te sempre a meu lado...
Hoje o sonho em tudo mudou...
Pois foi um sonho que me acordou!...

domingo, 14 de outubro de 2012

Diário de um apaixonado - O desconhecido




Aquela sexta feira não lhe saía da cabeça, todo o fim de semana reviveu cada instante daquela noite. Tinha saído de casa com as amigas para se divertir e a noite tinha terminado num abraço a um desconhecido. Maria ia a caminho do seu trabalho e ainda a pensar no que havia vivido e quem seria aquele António que de uma forma tão diferente a tinha tocado no seu interior.
- Hoje vais muito calada e distraída!- exclamou a Luísa.
- Estava aqui ainda a pensar na noite de sexta.- retorquiu Maria.
Luísa era uma colega de trabalho com quem dividia a boleia, a vida não estava fácil e se podia gastar menos era de aproveitar. Com este esquema de boleias, Luísa e Maria tornaram-se grandes amigas.
- Então, então conta lá o que teve a noite de sexta?
Luísa tinha ficado em casa nessa noite, sintomas gripais tinham-na retido e não sabia ainda o que se tinha passado.
- Oh! Se calhar não foi nada de especial. Talvez tenha sido só uma impressão minha!
- Ai! Conta de uma vez que estou a ficar ainda mais curiosa, e não poupes nos pormenores.
Maria contou então à sua amiga onde tinha ido e o que tinha sentido em relação àquele desconhecido de nome António. Estava Maria a descrever o abraço perfeito que tinham dado quando foi interrompida pelo toque do seu telemóvel. Pegou no telemóvel e leu a mensagem recebida «Bom dia, espero que o fim de semana tenha sido bom. Desejo-te um bom dia de trabalho. Ass. Desconhecido». Sem dar por isso Maria voltou a ler a mensagem outra vez, mas desta vez sem se aperceber fê-lo em voz alta.
- Uhm! Desconhecido, pois, pois! Conta-me lá outra vez essa história. 
A cabeça de Maria estava a mil! Seria o António? Como tinha conseguido o seu número? Era perguntas que lhe corriam o pensamento e a um ritmo alucinante e desenfreado.
- Foi como te disse! Esta mensagem não sei de quem é. Pode ser alguma brincadeira.
- Vais responder?
- Não, claro que não!
Dito isto arrumou o telemóvel na mala e saiu do carro. Tinham chegado ao hospital. Maria era enfermeira no hospital de Luz. Foram vestir as fardas e picaram o ponto. Maria continuava a pensar em tudo o que estava a viver e no que se tinha passado. As perguntas que a tinham assaltado no carro continuavam o combate no seu interior.
- Então já lhe respondeste?- perguntou Luísa numa das vezes que se cruzou com Maria num dos corredores.
- Não! Já te tinha dito que não vou responder.
O turno daquele dia parecia nunca mais ter fim. Sem que se cruzava com a sua amiga ela insistia com a mesma pergunta. Maria dava sempre a mesma resposta. Contudo, a verdade é que crescia nela uma vontade imensa e inexplicável de dar resposta àquela mensagem, àquela provocação.
As duas amigas sentaram-se juntas um pouco durante a hora de almoço. Luísa procurava na amiga saber o que ela sentia e se ia responder.
- Ok! Vou dar uma resposta.
Mas agora o que escrever? A quem estava afinal a escrever? Perguntas e mais perguntas que de novo a assaltavam. Por fim decidiu-se «Olá boa tarde. O dia vai correndo bem. Ass. Desconhecida»
- Tu és mazinha! Podias ser um pouco mais macia.
Maria sabia que a amiga até podia ter alguma razão, mas a realidade é que não tinha a certeza para quem estava a escrever e como tal devia ter algum cuidado. Ainda o pensamento corria na sua cabeça, já tinha escrito a mensagem e enviado.
- Pronto, satisfeita?
Luísa não respondeu, mas Maria sentia dentro de si uma brisa de satisfação por ter respondido àquela mensagem misteriosa. Ainda apreciava o momento e ouviu de novo o toque do telemóvel. No ecrã aparecia «Olá Maria, tu não és uma desconhecida. Agora o meu dia ficou muito melhor. Ass. Desconhecido».
- Mau! Então só pode estar a brincar comigo!
- Então o que se passou? O que diz a mensagem? É ele de novo?
Maria estava agora a ferver interiormente. Segunda mensagem e não se identifica e continua a brincar comigo, pensou! Maria leu a mensagem em voz alta para a amiga.
- Então e agora Maria o que vais fazer?
Pois, aí estava uma questão que Maria ponderava! 
- Agora não vou mesmo responder!
Eram horas de retomar o trabalho e esfriar a cabeça os seus doentes mereciam toda a sua atenção e cuidado. Nos tempos mortos as mesmas questões prendiam-lhe o pensamento. A tarde parecia correr mais rápido que a manhã e quase sem dar por ela o turno estava terminado. As duas amigas encontravam-se de novo no vestiário e prontas para saírem rumo a casa.
Enquanto punha o carro a trabalhar Luísa perguntou:
- Ainda não disse mais nada? E tu já respondeste alguma coisa?
- Não e não!
- Estás mal disposta?!
- O que achas? Alguém apanhou o meu número de telemóvel e acontece isto, como queres que esteja.
- Provavelmente será o teu António! Não te inquietes!
Maria desejava que fosse, mas mesmo assim sentia-se furiosa com ele. A viagem para casa foi muito mais silenciosa.
- Obrigado Luísa, até amanhã.
- Xau, depois de houver mudanças ou novidades diz.
Maria ia agora sozinha até sua casa, a viagem era bem mais curta. 
Finalmente em casa! Maria dirigiu-se à casa de banho, tinha decidido durante a viagem que iria tomar um belo banho de espuma para relaxar e espantar todas as inquietações do dia. De novo o telemóvel a tocar, no ecrã «Olá Maria, desculpa! Devia ter dito quem era à mais tempo. Queria fazer-te uma surpresa. Ass. António». O coração de Maria bateu mais forte, estava feliz por ser António, mas ainda sentia aquela fúria por ele ter andado a brincar.

(continua)