sábado, 16 de junho de 2012

Tempo...



Esse passageiro clandestino...
Que por entre nossas mãos nos escapa...
O pórtico de novas aventuras...
O refúgio nos momentos de tristeza...
Esse salteador de memórias...
Sempre escondido e camufelado...
Incontrolável por natureza...
O maior dos controladores de certeza...
Esse explorador do pensamento...
Onde encontra os sonhos escondidos...
Coveiro dos maiores prantos e dores...
Porta de embarque do viver...
Tempo...
Esse passageiro clandestino...
Em nossas vidas tem a sua boleia...
Por entre nós circula e foge...
A quem o queira segurar...
Resta do fundo do coração desejar...
A maior da sorte para sequer o encontrar!...
 

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