terça-feira, 10 de julho de 2012

Despedida...



Hei-de te amar...
Por quanto tempo não sei dizer...
Não serei eu a comandar...
Mas sei que não irei esquecer...
Ou então hei-de chorar por ti...
Recordando os tempos vividos...
E de tudo o que no teu profundo olhar vi...
Alegrias e todos os medos sentidos...
Mesmo assim, quero ver-te sorrir...
Pois só assim faz sentido que te guarde...
Nos tempos longínquos que estão para vir...
E os doces momentos vividos um dia recorde...
E se perder vou tentar esquecer-me de vez...
Deixando o de lado a mágoa e a dor...
Irei respirar e contar até três...
Porque por ti senti o verdadeiro amor...
Se quiser ser feliz...
Já sei o que hei-de em mim procurar...
Aprender com as asneiras que também fiz...
E nos teus braços me entregar!...

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