sábado, 22 de setembro de 2012

Fénix...



Tinha saudade de a vida sentir...
De o sangue nas veias ferver...
Torna-se mesmo difícil de exprimir...
Tudo o que está a acontecer...
É como de um pesadelo acordar...
De todo o mal me poder soltar...
Sentir a alegria de poder viver...
Tão grande e difícil de conter...
Sinto o que há muito não sentia...
Vejo em mim o que há muito não via...
Observo no espelho alguém que conheço...
Será que é tarde para um novo começo?
Sinto de novo que posso amar...
Sendo feliz e sem te magoar...
Das cinzas me estou agora a erguer...
Para um novo presente poder escrever...
Para onde vou não posso adivinhar...
Mas sei que é contigo que quero estar... 


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