terça-feira, 19 de março de 2013

Escreve...



Crava em mim as tuas unhas...
Desenha as curvas do desejo...
Escreve em mim a tua paixão...
Cada linha seja a tua estrada...
Descobre os teus pontos de abrigo...
Escreve em mim a tua história...
Tatua-te na minha pele desnudada...
Inscreve-te em toda a minha essência...
Escreve em mim as tuas palavras...
Deixa-me ler-te em cada linha...
Conhecer-te a cada entrelinha...
Escreve em mim o teu ser...
Deposita-te na tua escrita...
Entrega-te no fruto do abraço...
Escreve-te em mim...
Inscreve-te na nossa essência!

Escreve...



Crava em mim as tuas unhas...
Desenha as curvas do desejo...
Escreve em mim a tua paixão...
Cada linha seja a tua estrada...
Descobre os teus pontos de abrigo...
Escreve em mim a tua história...
Tatua-te na minha pele desnudada...
Inscreve-te em toda a minha essência...
Escreve em mim as tuas palavras...
Deixa-me ler-te em cada linha...
Conhecer-te a cada entrelinha...
Escreve em mim o teu ser...
Deposita-te na tua escrita...
Entrega-te no fruto do abraço...
Escreve-te em mim...
Inscreve-te na nossa essência!

sexta-feira, 1 de março de 2013

Adoro-te...



A mais doce das doces lembranças
Na minha pele intensamente tatuada
De entre todas as outras presenças
De longe e de todas a mais notada
As palavras pouco podem dizer
Os silêncios reinam na memória
Nada que o tempo faça esquecer
Está presente em toda a história
Adoro-te... porquê eu não sei
Por tudo o que me fazes sentir
Esquecer toda a dor que aguentei
Abraçar o presente alegre e a sorrir
O mar não pode jamais apagar
O tempo já não tem qualquer poder
Será isto o que tantos dizem ser amar?
Não sei, mas é assim que quero viver!

Adoro-te...



A mais doce das doces lembranças
Na minha pele intensamente tatuada
De entre todas as outras presenças
De longe e de todas a mais notada
As palavras pouco podem dizer
Os silêncios reinam na memória
Nada que o tempo faça esquecer
Está presente em toda a história
Adoro-te... porquê eu não sei
Por tudo o que me fazes sentir
Esquecer toda a dor que aguentei
Abraçar o presente alegre e a sorrir
O mar não pode jamais apagar
O tempo já não tem qualquer poder
Será isto o que tantos dizem ser amar?
Não sei, mas é assim que quero viver!