sábado, 27 de abril de 2013

Contigo



Contigo o tempo parece parar
Controlado por cada suspiro teu
Um sopro capaz de descontrolar
O mais calmo do mar profundo
Contigo eu sinto-me viajar
Embalado no teu respirar
Calmo e sereno
Acelerado e descontrolado
Contigo eu gosto de acordar
Sentir o doce toque da tua pele
Beijar e sentir o seu sabor único
Absorver o calor que irradias
Contigo eu sou mais feliz
Os dias ganham muito mais sentido
Vivo nas nuvens a levitar
Do mundo dos sonhos não quero regressar!...

Contigo



Contigo o tempo parece parar
Controlado por cada suspiro teu
Um sopro capaz de descontrolar
O mais calmo do mar profundo
Contigo eu sinto-me viajar
Embalado no teu respirar
Calmo e sereno
Acelerado e descontrolado
Contigo eu gosto de acordar
Sentir o doce toque da tua pele
Beijar e sentir o seu sabor único
Absorver o calor que irradias
Contigo eu sou mais feliz
Os dias ganham muito mais sentido
Vivo nas nuvens a levitar
Do mundo dos sonhos não quero regressar!...

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Sentei-me...



Sentei-me nesta rocha para observar o mar
Mesmo sem me aperceber dei por mim a pensar
Um dia fui como estas rochas soltas
Não deixando o mar o areal tocar
Só depois percebi que dessa forma
O amor jamais me iria banhar
Nesse momento descalcei os pés
Para a seguir o corpo desnudar
E rapidamente em teus braços me poder lançar
Vejo no mar o teu rosto
Nas tuas ondas me quero afogar
O doce salgado do teu beijo
Que mais e mais me faz desejar
Percorro esta praia de regresso para ti
Tenho hoje a certeza que por mim deste tudo
Para que voltasses a ter-me junto a ti
Nossas palavras são como a espuma do mar
Delicadas, meigas e atrevidas de uma maré calma de verão
Como são espinhosas e violentas num dia de mar do inverno
Eu sou teu como o areal é do mar
E sinto-te junto a mim como cada dia a chegar
Tu és minha como a espuma que me vem beijar
A cada passo que dou para junto a ti sempre estar... 

Sentei-me...



Sentei-me nesta rocha para observar o mar
Mesmo sem me aperceber dei por mim a pensar
Um dia fui como estas rochas soltas
Não deixando o mar o areal tocar
Só depois percebi que dessa forma
O amor jamais me iria banhar
Nesse momento descalcei os pés
Para a seguir o corpo desnudar
E rapidamente em teus braços me poder lançar
Vejo no mar o teu rosto
Nas tuas ondas me quero afogar
O doce salgado do teu beijo
Que mais e mais me faz desejar
Percorro esta praia de regresso para ti
Tenho hoje a certeza que por mim deste tudo
Para que voltasses a ter-me junto a ti
Nossas palavras são como a espuma do mar
Delicadas, meigas e atrevidas de uma maré calma de verão
Como são espinhosas e violentas num dia de mar do inverno
Eu sou teu como o areal é do mar
E sinto-te junto a mim como cada dia a chegar
Tu és minha como a espuma que me vem beijar
A cada passo que dou para junto a ti sempre estar... 

domingo, 14 de abril de 2013

Sentado...




Hoje aqui me vou sentar
Daqui a paisagem irei ver
Fechando os olhos e voar
Para nas palavras me inscrever

Tantas palavras sinto em mim crescer
Os meus dedos apressadamente a calcorrear
Na pressa de poderem longe chegar
À mente de quem as vai compreender
Em frente os pássaros estão a esvoaçar
Na liberdade e plenitude do seu sentir
Onde me encontro o mar não consigo ouvir
E por isso hoje aqui me vou sentar

Fecho os olhos pleno de esperança
Sinto meus pés no areal a viajar
A espuma do mar procura vir beijar
O meu olhar que no horizonte balança
Cada passo o festim digno de se viver
Trazidas pelos ventos desta maresia
A confiança, a entrega e a alegria
Até aqui onde a paisagem vou ver

Sei que nas palavras não tenho jeito
Das minhas emoções conseguir expressar
Por isso em sonhos te procuro ir visitar
E assim sentir-te viajar no meu peito
Eternamente contigo nos meus braços ficar
É tudo aquilo que mais quero sentir
Num sussurro leve no meu ouvido te ouvir
Fechando os olhos e continuando a voar

Este ar que me inunda e enche os plumões
À fonte do teu coração eu quero ir beber
Para que seja livre e pleno todo o meu ser
Entregue nas delícias de todas as emoções
Bom é fechar os olhos e o teu rosto ver
Nas tuas mãos o meu coração depositar
Assim no dia a dia em frente caminhar

E por entre as palavras me poder inscrever

Sentado...




Hoje aqui me vou sentar
Daqui a paisagem irei ver
Fechando os olhos e voar
Para nas palavras me inscrever

Tantas palavras sinto em mim crescer
Os meus dedos apressadamente a calcorrear
Na pressa de poderem longe chegar
À mente de quem as vai compreender
Em frente os pássaros estão a esvoaçar
Na liberdade e plenitude do seu sentir
Onde me encontro o mar não consigo ouvir
E por isso hoje aqui me vou sentar

Fecho os olhos pleno de esperança
Sinto meus pés no areal a viajar
A espuma do mar procura vir beijar
O meu olhar que no horizonte balança
Cada passo o festim digno de se viver
Trazidas pelos ventos desta maresia
A confiança, a entrega e a alegria
Até aqui onde a paisagem vou ver

Sei que nas palavras não tenho jeito
Das minhas emoções conseguir expressar
Por isso em sonhos te procuro ir visitar
E assim sentir-te viajar no meu peito
Eternamente contigo nos meus braços ficar
É tudo aquilo que mais quero sentir
Num sussurro leve no meu ouvido te ouvir
Fechando os olhos e continuando a voar

Este ar que me inunda e enche os plumões
À fonte do teu coração eu quero ir beber
Para que seja livre e pleno todo o meu ser
Entregue nas delícias de todas as emoções
Bom é fechar os olhos e o teu rosto ver
Nas tuas mãos o meu coração depositar
Assim no dia a dia em frente caminhar

E por entre as palavras me poder inscrever

domingo, 7 de abril de 2013

Ausência



Nesta ausência do escrever
Em muito deu para pensar
Nunca deixando de viver
Abrir o coração e sonhar

Da minha escrita houve saudade
Ela que jamais foi esquecida
Recompor a vida foi prioridade
Sentir que a vitória foi conseguida

Nestas linhas que vou escrevendo
Exponho de que massa sou feito
Ainda assim não fui esquecendo
Escrever é mais que um conceito

Não deixei de escrever por paixão
A escrever abro as portas da alma
Deixo que a voz venha do coração
Vivo cada dia para alimentar a chama

Regresso de novo à minha escrita
Não sei se irei ou não rimar
Em pleno nestes dourados trinta
Quero escrever, viver e amar!

Ausência



Nesta ausência do escrever
Em muito deu para pensar
Nunca deixando de viver
Abrir o coração e sonhar

Da minha escrita houve saudade
Ela que jamais foi esquecida
Recompor a vida foi prioridade
Sentir que a vitória foi conseguida

Nestas linhas que vou escrevendo
Exponho de que massa sou feito
Ainda assim não fui esquecendo
Escrever é mais que um conceito

Não deixei de escrever por paixão
A escrever abro as portas da alma
Deixo que a voz venha do coração
Vivo cada dia para alimentar a chama

Regresso de novo à minha escrita
Não sei se irei ou não rimar
Em pleno nestes dourados trinta
Quero escrever, viver e amar!